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Max George já viveu altos e baixos em seus últimos 13 anos de carreira. Como parte da The Wanted, Max, que cresceu em Swinton – em Manchester -, viajou pelo mundo, alcançou o topo das paradas e experimentou cenas dignas da Beatlemania, com fãs obcecados no auge da fama da banda.

Agora, Max está começando sua jornada musical novamente com seu primeiro single solo, “Barcelona”, e planos de lançar um álbum e fazer apresentações ainda este ano.

Mas sua história na música começou muito antes do sucesso repentino da The Wanted. Quando ele tinha 16 anos e um braço quebrado, Max decidiu ir até o Lowry Hotel em Salford para fazer um teste na frente de Simon Cowell, Louis Walsh e Sharon Osbourne para o “The X Factor”.

Agora ele relembra a audição em 2005 como um momento que mudou a sua vida:

“Aquele dia no The Lowry foi quando tudo mudou. Eu e meu pai brigamos no dia anterior porque eu tinha furado as orelhas e não contei a ele! Eu também decidi que não entraria para o futebol profissional, mesmo depois disso ter sido meu foco principal. Naquela noite, eu disse ao meu pai que havia uma audição aberta para o X Factor e que eu iria. Ele me levou e foi isso. Desde então, eu não olhei para trás.”

Apesar de não ter seguido a carreira no futebol, o cantor é apaixonado pelo esporte, sendo um torcedor fanático do Manchester City.

“O futebol sempre foi o que eu queria fazer desde os 3 anos. Mas, a partir daquele dia, eu me apaixonei pela música, pela emoção e pelo desafio. É como eu me sinto agora em carreira solo, é uma nova aventura e é emocionante, estou muito animado com isso.”

Apesar de impressionar os juízes na primeira audição, com Simon Cowell comparando-o a um jovem Robbie Williams, sua jornada no “The X Factor” daquele ano terminou no bootcamp. Porém, no ano seguinte, em 2006, Max se juntou à boyband Avenue e entrou no “The X Factor” novamente – mas a participação resultou em um dos maiores escândalos do programa.

A banda impressionou os jurados e eles venceram as finais ao vivo. Então, foi revelado que a banda já tinha representação profissional, o que, na época, era contra as regras do programa. Avenue foi brutalmente expulsa.

“Na época, foi doloroso, mas agora eu olho para trás e posso rir disso, mas não foi engraçado naquele momento. Se eu não tivesse sido bem sucedido desde então, eu poderia olhar para trás de forma um pouco diferente!”

Max continuou na Avenue por mais um ano após o escândalo do “The X Factor” e relembra as tolices que a banda costumava fazer em uma tentativa desesperada de alcançar o sucesso tão almejado.

“Nós trabalhamos muito para tentar e fazer acontecer. Houve uma vez que todos nós mandamos mensagem de texto e ligamos para a rádio um monte de vezes só para tentar tocar nossa música. Também teve uma tarde de autógrafos em Leigh-on-Sea e acabamos comprando cada cópia do single porque ninguém apareceu, só a gente.”

Então, veio a ligação da Universal pedindo para que o cantor saísse da Avenue e se juntasse a uma nova banda que estava sendo formada. Durante 9 meses, Max foi blindado da mídia enquanto o restante da banda era recrutado, até que em 2009 a The Wanted foi revelada no mundo pop.

Sua ascensão à fama não foi nada menos do que meteórica com Max ao lado de Tom Parker, Jay McGuiness, Siva Kaneswaran e Nathan Sykes. Seu primeiro single, “All Time Low”, foi direto para o topo das paradas.

“Foi tão chocante conceber que aquilo estava acontecendo, eu achei muito difícil me adaptar nos primeiros meses. Eu acho que foi porque eu tinha feito tudo isso antes com a Avenue e não tinha dado certo. Nós estávamos comprando nossos próprios singles, então, de repente, não ter que fazer isso e ser o número um, não importa nas paradas, mas número um, eu não pude acreditar. Eu olho para trás e foi brilhante. O auge da The Wanted foi surpreendente. Eu tive o melhor momento da minha vida e tudo ficou melhor e melhor.”

O lançamento do seu segundo álbum em 2011 trouxe consigo seu maior sucesso – “Glad You Came” – que levou a banda ao redor do mundo. Max se acostumou a ser perseguido por fãs e à distância incompreensível que alguns percorreriam apenas para tentar encontrar com o seu ídolo, mas ele conduziu tudo em seu ritmo.

“Honestamente, eu adorei. Eu adorava o prazer que essas crianças estavam tendo quando estávamos por perto, me deu muita alegria. Você podia ver o quanto isso significava para eles e o efeito positivo que você estava dando. Não foi ser famoso, se trata mais do prazer que você provoca. Se você não consegue ficar satisfeito com isso, então há algo errado. Eu gostava de ver a felicidade que trazia para as outras pessoas.”

Max também contou sobre situações embaraçosas que viveu com os fãs:

“Embora houvesse momentos malucos. Teve uma garota que se enfiou embaixo do nosso ônibus de turnê e ela ficou lá por horas, ela ficou escondida por seis horas. Houve outra vez no Brasil em que duas fãs se esconderam debaixo da minha cama, elas escalaram a lateral do hotel e entraram no meu quarto. Mas foi estranho, eu as vi debaixo da cama e disse: “ei, olá” e elas ficaram tipo: “oi, Max!”. Como se fosse normal.”

Mas em janeiro de 2014 tudo parou quando a gravadora da banda disse que era hora dos integrantes darem uma pausa.

“Foi um choque para mim. Quando entramos na sala com nossa gravadora, nós praticamente tivemos uma reunião e eles disseram que achavam que era a hora certa de fazermos uma pausa, foi chocante. Mas, olhando para trás agora, provavelmente era a hora certa. Eu não queria que acabasse, eu não teria aguentado, mas tudo acontece por um motivo. Aquela conversa aconteceu um pouco antes da nossa turnê, então se tornou a nossa turnê de despedida. Mas não foi explicado o que estava acontecendo, então os fãs realmente não sabiam, era uma bagunça, mas era o que era. Eu não consigo acreditar que já faz quatro anos e meio.”

Max acredita que a banda voltará a se reunir em algum momento:

“Não houve brigas ou nada nesse sentido, dito isso, eu não falei com alguns deles desde então. Eu, Tom e Jay somos muito próximos e sempre falamos sobre isso. Seria legal fazer isso de novo um dia. É algo que gostaríamos de fazer, seja uma turnê ou voltar de vez. Mas com certeza eu gostaria de fazer algo com os rapazes.”

Depois da turnê de despedida, Max se mudou para os Estados Unidos e, rapidamente, conseguiu um papel em “Glee” na primeira audição que ele foi. Isso o catapultou para a vida de Hollywood e Max não descarta novos papéis no cinema e na TV no futuro. Mas, por enquanto, ele está focado em fazer sucesso em sua carreira solo. O cantor lançou seu primeiro single solo, “Barcelona”, e criou sua própria gravadora, a Silver Max, junto com seu pai.

“Silver (prata) é por causa do cabelo do meu pai e Max é por minha causa.”

Ele regularmente vai para Manchester e ainda tem uma casa em Worsley. Mas sua moradia permanente fica em Las Vegas, onde ele vive com sua namorada Carrie Baker.

“Eu me mudei para lá para ter mais calma, acredite ou não. Quando eu morava em Los Angeles, morava perto da Sunset Boulevard e era muito fácil sair todas as noites.”

Max faz 30 anos em setembro e está planejando comemorar o seu aniversário em Manchester, mas não que ele sinta o peso da idade.

“Para ser honesto, poderia ser meu aniversário de 21 anos, sinto o mesmo que eu sentia quando tinha essa idade. Mas talvez um pouco mais sábio do que eu era naquela época.”

“Barcelona” já está disponível no Youtube, Spotify e outras plataformas digitais.

Fonte: Manchester Evening News



terça-feira 24 julho, 2018 às 13:54 | Arquivado em: Barcelona, Entrevista, Max George, Notícia, Projetos Solo, The Wanted

max george copa

Faltam três jogos – duas semifinais e a final – para descobrir o time que levantará a taça da Copa do Mundo na Rússia. Entre os possíveis ganhadores estão Croácia, Inglaterra, Bélgica e França.

Os torcedores da Inglaterra, incluindo o cantor Max George, estão cada vez mais otimistas com a possibilidade do time chegar à final – há 28 anos a equipe não participa de uma semifinal.

Max, que está divulgando seu primeiro single solo, “Barcelona”, ficou bem animado com a vitória da Inglaterra contra a Suécia por 2 a 0, no sábado (07).
Em conversa com o Daily Star Online, o cantor disse:

“Eu acho que me acalmei um pouco com relação a festejar demais, mas ainda tenho meus momentos. Eu não ia beber por um tempo, mas aí a Inglaterra foi para a semifinal, então as coisas saíram do controle. A despedida de solteiro do Tom [Parker] parece um borrão também.”

Por falar em Tom – que se casará com Kelsey Hardwick no próximo sábado (14) -, Max revelou que pode ter que sair mais cedo do casamento do companheiro de banda.

“O casamento é no próximo sábado, mas é um evento de três dias. Terá algo na sexta-feira, o casamento no sábado e, então, uma festa na piscina com um grande telão no dia da final da Copa do Mundo. Porém, um dos investidores da minha gravadora – Silver Max – pode ir de jatinho para a Rússia se a Inglaterra chegar à final. Então, talvez eu tenha que dizer para o Tom: ‘você se importa se eu sair mais cedo no domingo de manhã já que eu tenho que ir para a Rússia?’. Vou esperar, não tenho certeza ainda.”

Tom pediu Kelsey em casamento após 8 anos de namoro em março de 2016, mas teve que adiar a data ao conseguir o papel de Danny Zuko no musical “Grease”.

Depois de 5 anos de sucesso, a The Wanted decidiu dar uma pausa na carreira em 2014 para que cada integrante pudesse seguir seus próprios projetos. Max se mudou para os Estados Unidos e conseguiu um papel de destaque em “Glee” e depois um contrato com Jason Derulo.

Entretanto, depois de vários atrasos e mudanças de pessoal na Warner, Max decidiu – com o apoio de Derulo – seguir em frente.

Ao falar sobre sua primeira música solo, Max disse:

“Demorou quase três anos, mas eu não queria perder outro verão, já que eu já tinha perdido dois com essa faixa. Eu escrevi como uma música de verão há alguns anos, então, eu não queria lançar em outro momento.”

O cantor também comentou sobre a experiência de ter sua própria gravadora:

“É legal estar no controle, você não tem alvos estabelecidos pela gravadora ou pessoas te decepcionando. É um trabalho mais difícil, mas pelo menos você está no controle.”

Max ainda falou sobre a expectativa de “Barcelona” fazer sucesso nas paradas:

“Obviamente eu quero que a música entre nas paradas, mas com os serviços de streaming pode levar até 4 meses para uma faixa ter impacto.”

Ele ainda revelou que escreveu mais de 100 músicas desde que a The Wanted entrou em pausa e que planeja um álbum solo:

“Estamos aceitando o que vier, mas há conversas sobre um próximo single. Eventualmente, um álbum também, mas agora é tudo sobre “Barcelona”.”

Fonte: Daily Star



segunda-feira 9 julho, 2018 às 14:18 | Arquivado em: Barcelona, Entrevista, Max George, Notícia, The Wanted, Tom Parker

max george wimbledon

De 02 a 15 de julho acontece em Londres, no Reino Unido, a 51ª edição do Torneio de Wimbledon. O evento tem como objetivo premiar os melhores tenistas nas categorias simples masculino, simples feminino, duplas masculinas, duplas femininas e duplas mistas.

O torneio recebe atletas de vários países entre eles, Bruno Soares, do Brasil, Rafael Nadal, da Espanha e Serena Williams, dos Estados Unidos.

O site oficial do Torneio de Wimbledon convidou Max George, a banda The Kooks e o cantor Rick Astley para fazerem suas previsões para a última semana de jogos.

Confira a opinião de Max sobre os resultados das categorias e seus favoritos!

Simples feminino:

“Simona Halep, ela está imparável.”

Simples masculino:

“Nick Kyrgios, sempre no limite, mas eu sinto que ele está finalmente pronto para se destacar.”

Jogador favorito:

“Roger Federer, ele é absolutamente uma lenda e um verdadeiro cavalheiro.”

Lenda favorita de Wimbledon:

“Andre Agassi, eu raspei a minha cabeça quando era mais novo porque ele era careca! Não olhei mais pra trás desde então!”

Mais ansioso para…

“O retorno de Serena Williams! Ela é uma atleta inacreditável e eu estou animado para ver como ela está depois de ter seu primeiro filho.”

Momento mais memorável de Wimbledon:

“Quando Rafael Nadal venceu Federer pelo seu primeiro título em Wimbledon e subiu no pódio.”

Música para a playlist oficial do Torneio de Wimbledon:

“Leave a Light On do Tom Walker.”

Fonte: Wimbledon



domingo 8 julho, 2018 às 22:47 | Arquivado em: Entrevista, Max George, Notícia

max george the sun

Na terça-feira (03), Max George animou os fãs ao se lançar em carreira solo com seu single de estreia, “Barcelona”. Para divulgar a faixa – e o seu retorno à música – o cantor concedeu uma entrevista para Dan Wootton do tabloide The Sun em seu Podcast.

Max deu início à entrevista falando sobre seu relacionamento com Jay McGuiness e Tom Parker. Os três se encontraram durante a despedida de solteiro de Tom em Marbella, na Espanha, e assistiram juntos ao jogo da Inglaterra contra a Colômbia pela Copa do Mundo na terça-feira.

“Tom não mudou nada, continua muito zoeiro. Jay, na verdade, não está tão mal quanto costumava ser, agora está bem calmo.” Disse o cantor.

Ao ser questionado sobre um possível retorno da The Wanted – que anunciou uma pausa em 2014 – Max falou:

“É uma das coisas que eu, Tom e Jay já falamos, com certeza. Enquanto tomamos uma cerveja a gente comenta: ‘Ah, seria ótimo fazer isso de novo, não é?’ Acho que lá no fundo nós gostaríamos de fazer isso em algum momento.”

Já o seu relacionamento com os outros dois membros da banda – Nathan Sykes e Siva Kaneswaran – não é a mesma coisa.

“Eu não falo com o Nathan há um tempo. Eu diria quase um ano. Mas obviamente, eu sei que ele estava fazendo as coisas dele e estava muito ocupado.” Explicou Max. “Eu não vejo o Siva há muito tempo. Siva sempre foi meio difícil de manter contato. É assim que ele é. Nós não brigamos.”

Quando Dan Wootton pergunta se o retorno da The Wanted poderia acontecer sem os outros membros, o cantor ponderou:

“Eu acho que se todo mundo quisesse voltar e alguém simplesmente não quisesse, teríamos que respeitar isso e apoiar. Mas eu não tenho certeza (se poderíamos voltar com três integrantes), seria como as Sugababes! Acho que teríamos que voltar com quatro.”

A decisão pela pausa foi motivada pela pressão da convivência dos integrantes.

“As rachaduras começaram a aparecer. Nós protagonizamos um reality show – “The Wanted Life” – que destacou essas rachaduras. Se as coisas estavam ruins, isso as tornou piores ainda.”

Os relacionamentos pessoais dos integrantes, incluindo o noivado de Max com a atriz Michelle Keegan, aumentaram a tensão.

“Você sabe, você cresce e tem namoradas e quer estar em outros lugares. Você não quer apenas ser parte do grupo.” Explicou o cantor.

No auge da sua fama, a The Wanted se envolveu em uma rixa com o One Direction, que agora já foi resolvida.

“Eu vi o Niall (Horan) e o Louis (Tomlinson) em Las Vegas. Está tudo bem. Honestamente, não foi tão sério assim.” Max confirmou.

Ele também insiste que está tudo resolvido com Michelle e seu marido Mark Wright:

“Eu os vi no Soccer Aid. Correu tudo bem. Foi há sete anos. Eles estão casados. Foi há muito tempo. É claro que ela tem se saído bem desde então e acho que é muito bom que ela ainda pareça a mesma garota, é ótimo. E Mark é realmente legal. Então, estou genuinamente feliz por ambos.”

Max tinha uma reputação de mulherengo, o que ele acha um pouco injusto. Depois de um relacionamento de dois anos com a modelo esportiva Nina Agdal, ele está morando com a modelo Carrie Baker. O cantor disse:

“Eu sempre estive em relacionamentos ao longo de todos esses anos. Tinham algumas lacunas em que eu não estava, porque eu estava com a Michelle e depois não estava mais. Não demorou muito e eu fiquei com a Nina durante quase dois anos e, em seguida, com a Carrie, então eu estive em relacionamentos sérios. Não era como se eu tivesse que ficar com o maior número de garotas que eu pudesse. Mas, não vou mentir, eu me diverti.”

Apesar de estar namorando com Carrie, Max não pretende se apressar. Relembrando seu noivado fracassado com Michelle, ele admitiu:

“Você aprende, não é? Não se apressar demais. Tudo aconteceu muito rápido. [Eu e Carrie] estamos juntos há quase quatro anos, então sim, ela é incrível, me apoia em tudo que eu faço e cuida dos meus dois cachorros.”

Após tudo que aconteceu com a The Wanted, Max decidiu abrir sua própria gravadora para lançar seu material solo. “Barcelona” promete ser um sucesso de verão, o single foi co-escrito por Steve Mac, que esteve por trás dos maiores sucessos da banda como “All Time Low” e “Glad You Came”. Ao explicar o longo tempo que demorou para lançar a música, Max admitiu:

“Foi frustrante. No final, decidi que a melhor maneira de fazer isso era fazer eu mesmo. Então eu fui lá e fiz. Sabe, eu tenho 29 anos e estou esperando há quatro anos para conseguir isso. O que eu definitivamente aprendi nos últimos dez anos é que você não pode confiar apenas nas outras pessoas, às vezes, eu acho que você tem que agarrar a oportunidade e fazer acontecer.”

Assista ao clipe de “Barcelona” abaixo!

 

Fonte: The Sun



sábado 7 julho, 2018 às 16:56 | Arquivado em: Barcelona, Entrevista, Max George, Notícia, Projetos Solo

max george barcelona

Nessa terça-feira (3), Max George lançou o seu primeiro single solo, intitulado “Barcelona”. Além da canção, o cantor também divulgou o seu primeiro clipe solo.

Ambientado na praia, o vídeo mostra Max com seu par romântico e muitas cenas do oceano.

Confira o resultado:

 

Depois de sua participação na CapitalFM, Max anunciou que divulgará a canção em diversas rádios do Reino Unido.

O que você achou da música? Deixe os seus comentários!

Fonte: Youtube



terça-feira 3 julho, 2018 às 19:06 | Arquivado em: Barcelona, Max George, Notícia, Projetos Solo, Vídeos

max george barcelona

Após muita espera, Max George anunciou em suas redes sociais que lançará sua primeira música solo na terça-feira (03/07). O cantor ainda atiçou os fãs com algumas cenas do clipe da faixa, que se chama “Barcelona”, em seu Instagram. Max estará ao vivo na rádio britânica Capital FM amanhã para mostrar a música em primeira mão.

“Barcelona” foi escrita por um time de compositores que inclui Max e Ed Drewett – que compôs “Glad You Came”, da The Wanted.

Desde que a The Wanted anunciou a pausa, em 2014, Max se dedicou à carreira de ator e, inclusive, interpretou o personagem Clint na sexta – e última – temporada de “Glee”. Porém, o cantor sempre demonstrou seu interesse em voltar aos palcos.

Ele é o segundo integrante da banda a iniciar carreira solo: Nathan Sykes lançou um álbum em 2016, o “Unfinished Business”, e está trabalhando em um novo projeto.

Ansiosos para ouvir “Barcelona”? Conte para gente nos comentários!

Fonte: Instagram



segunda-feira 2 julho, 2018 às 19:20 | Arquivado em: Max George, Notícia, Projetos Solo

Na quinta-feira (26), a repórter Taylor Weatherby, da Billboard, fez uma entrevista com a The Wanted para relembrar seu sucesso e descobrir o que virá.

Após entrar em contato, por telefone, com todos os membros, a reportagem traz revelações de bastidores e reflexões sobre o que levou à pausa na carreira. Além de tudo, Jay McGuiness, Max George, Nathan Sykes, Siva Kaneswaran e Tom Parker revelaram se há planos para um retorno em um futuro próximo.

A seguir, veja a íntegra traduzida da matéria:

Há muitas músicas clássicas de boyband que resistem ao teste do tempo, mas não muitas que podem ser um hino para sempre da boate. Foi isso que os britânicos e irlandeses da The Wanted criaram com “Glad You Came”, sucesso que lhes garantiu a 3ª posição na Billboard Hot 100 em 2012 e fez deles uma sensação internacional, até que o grupo anunciou seu hiato em 2014.

Enquanto o grupo se qualificava como boyband – cinco adolescentes de boa aparência e jovens de 20 e poucos anos que cantam e fazem garotas desmaiarem, formados por meio de um processo de audição em 2009 – seu som era um pouco mais maduro do que os sucessos dos galãs clássicos. Juntamente com o One Direction, do Reino Unido (contra o qual o grupo foi naturalmente confrontado, uma rivalidade forçada que brevemente provocou uma disputa no Twitter entre os membros de ambos as bandas), The Wanted reintroduziu a boyband como uma cultura pop nos dois lados do Atlântico.

Mas os rótulos nunca incomodaram o quinteto (Max George, Tom Parker, Jay McGuiness, Siva Kaneswaran  e Nathan SYKES), especialmente depois que a sua carreira decolou.

“O que realmente me anima na percepção de boybands é o esnobismo de outras pessoas”, diz Nathan à Billboard. “O gosto musical de uma adolescente não é menos crível do que de um homem de 60 anos careca. Eu acho que ter muitos fãs – não importa a idade deles, gênero, qualquer coisa assim – faz com que você seja incrivelmente confiável.”

Após “Glad You Came”, The Wanted lançou seu terceiro álbum de estúdio, “Word of Mouth”, em 2013, que gerou seis singles, cinco dos quais chegaram ao top 10 do Reino Unido. Aproveitando sua audiência americana, os rapazes estrelaram seu próprio reality show, “The Wanted Life” no início daquele ano, que — junto com uma vibração mais ousada em faixas do “Word of Mouth” como “I Found You” — solidificaram que eles não seriam dispensados da história das boybands como outro grupo fofo.

No entanto, The Wanted não viu outro hit entrar no top 40 do Hot 100 depois de “Glad You Came” e One Direction continuou em um caminho rápido para o equivalente do século 21 da Beatlemania. Com o sucesso deles começando a diminuir (pelo menos, nos Estados Unidos) e a concorrência aumentando, The Wanted anunciou em janeiro de 2014 que, após a conclusão da turnê “Word of Mouth Tour”, eles entrariam em pausa — da qual eles ainda não voltaram mesmo quatro anos depois.

Em comemoração à semana da boyband da Billboard e ao sucesso da The Wanted, conversamos com o grupo para relembrar seu tempo como banda, as boas (e más) decisões ao longo do caminho e se uma reunião está nos planos. Ah, e claro, para obter seus pensamentos reais sobre o One Direction.

 

“Eu senti como se tivéssemos algo grande”

SYKES: Nós nos sentíamos muito bem. Nós estávamos realmente começando, tínhamos ótimas músicas, a gravadora era incrível, o empresário era ótimo. Nós tínhamos tudo no lugar para nos sairmos bem. Eu acho que o JLS era a grande boyband do Reino Unido na época, então não sabíamos como isso funcionaria — se as pessoas reagiriam a nós, se as pessoas gostariam.

PARKER: Quando começamos a gravar e nos conhecemos, sabíamos que essa não seria a típica boyband. Nossa imagem inicialmente era para ser limpa, mas como você pode controlar cinco rapazes que só querem festejar e se divertir? Então nós meio que apenas abraçamos a imagem bad boys. Entretanto, nenhum de nós é realmente um bad boy. Somos todos geeks de coração!

SYKES: Eu achava que todos nós éramos muito motivados a continuar lançando boa música, para ganhar mais e mais fãs. Essa foi a meta para mim, continuar a dar a esses fãs que deram muito apoio e oferecer ótimos shows, ótimas turnês, coisas assim. Continuando a impressionar as pessoas, espero.

KANESWARAN: Eu só queria ser o melhor que eu poderia ser e deixar todo mundo orgulhoso. Com a The Wanted, senti que tínhamos algo grande. Eu só não sabia que ia ser tão grande!

GEORGE: Eu tinha 21 anos quando entrei na The Wanted. Eu me mudei para Londres sozinho quando tinha 17 anos para tentar viver de música. Eu estava me apresentando em bares, cafeterias, alguns lugares realmente ruins, sabe? Quer dizer, eu adorei, mas isso não mudaria minha vida. Quando eu me juntei à The Wanted, foi com uma grande gravadora e tudo era novo e surpreendente. Eu não sei quais foram as minhas expectativas. Foi apenas uma nova aventura.

PARKER: Eu acho que as melhores memórias estão verdadeiramente no começo da banda. Quando todos nós fomos colocados juntos em uma casa, nenhum de nós conseguia acreditar no que estava acontecendo. Apenas um bando de rapazes em uma casa juntos se divertindo muito.

MCGUINESS: Existem muitas [histórias] que se destacam, mas não muitas que eu possa repetir, infelizmente!

SYKES: Eu meio que perdi esse período de ficar conhecendo, sendo tão jovem. O que eu acho que provou ser um pouco difícil, mas eles também me apoiaram. Eu não tenho certeza se eles sabiam como me tratar — “Nós o tratamos como alguém da nossa idade? Nós o tratamos como um garoto de 16 anos? Isso seria muito paternal?” Então eu acho que eles não sabiam como me tratar e eu realmente não sabia como me encaixar com um monte de garotos de 21 anos.

Mas com isso, eu poderia ser chamado quando as pessoas têm ressacas em massa [risos] Então, havia prós e contras. Eles falariam tipo “Cara, você cuida dessa hoje” e eu ficaria tipo “Tudo bem, justo”.

 

“Esse é o momento em que você pensa: ‘Isso realmente vai para algum lugar'”

SYKES: Quando todos nós nos entramos no Twitter pela primeira vez, havia originalmente três garotas que estavam nos seguindo e depois havia seis. E eu acho que dentro de alguns dias, nós pensamos: “Há mais membros da banda do que fãs”.

[Então] fizemos uma turnê escolar e uma turnê de rádio. Quanto mais íamos às escolas, mais os rapazes não gostariam de nós. E nós ficamos tipo: “Ou estamos ficando piores ou estamos tendo uma reação melhor das garotas”. Quanto mais os rapazes não gostassem que as garotas nos dessem uma boa reação, ficamos tipo: “Espera aí, isso está indo para algum lugar”.

GEORGE: Nós fizemos o Capital Summertime Ball em 2010. Nós estivemos em quatro escolas que tinham 50 crianças em uma sala de aula cantando com um violão. Uma semana depois, estávamos no estádio de Wembley na frente de 90.000 pessoas. Então, eu me lembro daquele dia, pensando: “Certo, ok, isso é real agora.” Eu acho que aquele dia foi quando me ocorreu que isso era sério e na verdade poderia ser algo que poderia mudar nossas vidas.

SYKES: Fazendo as turnês nas rádios, tínhamos centenas de crianças fora das estações de rádio. E eu lembro de uma em Manchester, havia umas duas mil pessoas fora da estação de rádio, e nós não podíamos nem entrar. Nós estávamos sentados no carro e o carro estava balançando — esse é o tipo de tempo que você fica tipo: “Isso realmente vai para algum lugar”. No final, depois que fizemos a entrevista de rádio, obviamente não pudemos sair e tirar fotos com todo mundo, então nós pulamos no carro e fizemos uma apresentação acústica. Eu acho que o tempo todo eu fiquei tipo “Que diabos está acontecendo? Isso é incrível!”

Depois, descendo a estrada em algum ponto do País de Gales, tivemos adolescentes correndo pela estrada atrás de nós. Nós pensamos: “Vocês precisam parar de fazer isso, vocês serão atropelados!”. Quando coisas como essas começaram a acontecer foi quando começamos a ficar muito, muito, muito animados.

PARKER: Se passaram seis meses e nós tivemos um single na primeira posição no Reino Unido com nosso primeiro álbum, “All Time Low”.

 

“Tudo mudou literalmente da noite para o dia”

SYKES: Quando fomos direto para o número 1, tudo mudou literalmente da noite para o dia.

GEORGE: Quando nos disseram que fomos para o número 1, houve apenas uma espécie de silêncio. E, então do nada, eu comecei a chorar como um bebê. Eu nunca chorei assim em público. Eu não sei o que foi. Foi a felicidade, foi alívio, foi choque. E então meu irmão mais velho, que estava lá, começou a chorar também. E então eu me lembro da minha mãe chorando. Isso foi provavelmente o mais alto que eu já estive na minha vida. Um dia na minha vida que foi um dos melhores, definitivamente.

SYKES: Foi um pouco de borrão. “All Time Low” foi um pouco surreal, porque não esperávamos o número 1. O objetivo era o Top 40. Pensávamos que, se tivéssemos a estreia no Top 40, poderíamos nos beneficiar e crescer. Aconteceu muito rapidamente, embora houvesse todo o trabalho nos bastidores para alcançar o sucesso. Definitivamente houve lágrimas, mas acho que podíamos sentir isso.

Tudo mudou, porque, então, a expectativa de todas as vezes era alcançar o primeiro lugar. As pessoas estavam esperando um número 1, 2 ou 3 de cada vez que lançávamos uma música. Obviamente, com isso vieram também grandes oportunidades, com apresentações no The X Factor e coisas assim. Alguns anos depois, correndo com a tocha olímpica — coisas que você não acha que conseguiria fazer. Eu acho que uma vez que alcançamos o número 1, era isso — era 100 milhas por hora a partir de então.

 

“Nós olhamos para ele e ficamos ‘Essa música será muito importante'”

SYKES: Nós estávamos no acampamento de composição para a segunda gravação, acho que foi uma das últimas canções que ficaram prontas. Um grupo de pessoas da equipe veio naquele dia, porque estávamos realizando uma reunião sobre bonecos — eles estavam tentando convencer todo mundo a fazer bonecos de The Wanted. Metade de nós ficou “Isso é como você sabe que está indo bem”, mas a outra parte estava tipo “Somos legais demais para isso, eu serei arruinado quando for em pubs por causa dos bonecos”. [Risadas] Foi uma decisão dividida sobre isso, e eles disseram: “Ah, enquanto vocês estão por aqui, nós temos essa música que acabou de entrar.”

Eles colocaram e nós estávamos todos sentados ali — é verso, pré-refrão, e, então, ele repete. Era como, “Ok, legal.” Eu acho que Siva tinha derrubado uma garrafa de champanhe — ele estava muito bêbado, mas ele estava dançando junto com essa música, e ele ficou tipo, “Isso é brilhante”. Todos olhamos para ele e dissemos: “Essa música vai ser enorme, por causa disso — a reação enquanto ele está bêbado.”

GEORGE: Quando filmamos o clipe, ele meio que acertou em cheio. Tipo: “Puta merda, eu entendi agora. Eu entendi completamente”. Nós queríamos fazer um vídeo em que, quando as pessoas assistissem,elas quisessem estar lá. E é isso que nós queríamos que a música transmitisse. Eu acho que sobre a música, nós queríamos que fosse um hino de verão que fazia todo mundo se sentir sobre a época mais quente do ano.

Isso realmente mudou tudo. Essa música nos levou para todo o mundo e sou muito grata pela canção, porque fomos capazes de viajar para esses países e conhecer tantos fãs de diferentes culturas. Foi o momento mais legal de todos, honestamente.

SYKES: Quando chegamos ao número 1 com “Glad You Came”, Stevie Wonder estava tocando no Hyde Park. E eu fiquei tipo: “Estou um pouco dividido aqui porque quero comemorar, mas também quero muito ir ver o Stevie Wonder no Hyde Park.” Então eu fiquei tipo “Ah, ótimo, sim, eu vou ver Stevie Wonder.”[risos]

“Meu primeiro pensamento foi ‘Ah, merda…'”

PARKER: O momento de The WantedOne Direction foi um grande momento na história da boyband.

GEORGE: Cerca de um ano depois de termos nos lançado nos Estados Unidos, One Direction chegaram, e eles meio que nos esmagaram em todo o lugar. Sejamos honestos, tivemos grande sucesso nos números — “Glad You Came” era tão grande quanto qualquer outra coisa na época —, mas depois de “Glad You Came”, eles meio que nos deram uma surra.

SYKES: Meu primeiro pensamento foi que quando vi o One Direction no The X Factor, um dos cinco episódios foi “Oh, merda”, se eu for completamente honesto [risos]. Você poderia apenas ver que isso se conectaria e seria massivo. E então a primeira vez que ouvi “What Makes You Beautiful”, novamente eu tive o mesmo pensamento, mas com uma palavra diferente [risos]. Foi apenas uma música brilhante.

GEORGE: Nós nos conhecemos quando eles estavam no X Factor, na verdade. Achamos que era legal ver esses rapazes, esses jovens tão empolgados e famintos pelo que iria acontecer.

SYKES: Eu estava fazendo uma massagem e todos eles entraram no vestiário, e eu acho que cada um deles me deu um tapinha nas costas — o que foi uma bela introdução. [Risos] Mas não, eles eram adoráveis. Eles entraram, nós conversamos um pouco com eles. A energia que eles tinham era simplesmente fantástica. Você podia sentir, era contagiante. Eles saíram e ficamos tipo: “Sim, eles vão ficar enormes”.

GEORGE: Obviamente, eles não faziam ideia, não tínhamos ideia do que estava prestes a ocorrer. Nunca foi uma preocupação ou competição — tudo com o que nos importava era o quão boa era nossa música. A única vez em que algo foi mencionado sobre o One Direction foi: “Puta merda, quão grandes eles são?” Nunca foi, “Oh, droga, nós precisamos ser maiores que eles”.

SYKES: Eles aumentaram sua base de fãs de uma forma incrível e as músicas foram ótimas. Eles eram apenas bons. Chegou a um estágio em que estávamos no mesmo nível, e tivemos uma conversa. “Tudo bem, pessoal, vocês precisam fazer uma escolha. Vocês precisam ficar na pista ao lado deles e lançar grandes músicas pop, ou vocês podem fazer a escolha e tornar sua imagem um pouco mais legal. Saia um pouco mais e seja vista como a alternativa mais ousada ao One Direction“. Essa foi a decisão que foi tomada e, pessoalmente, acho que se provou como a decisão errada. Mas acho que ninguém teria parado o que aconteceria com o One Direction. Nenhuma banda no planeta iria impedir que isso se tornasse o sucesso que se tornou. Mas há debates de que poderíamos andar ao lado deles por um pouco mais de tempo.

[Depois de nos conhecermos] no The X Factor, alguns de nós ficaram em contato — obviamente, isso foi embora quando metade da banda decidiu começar uma guerra com o One Direction, o que acabou ficando confuso e desnecessário. Eu me lembro de ter visto Niall [Horan] numa saída à noite, e eu fiquei tipo, “O que diabos aconteceu?” E ele ficou tipo “Nem me fale”. Eu acho que nós vimos Harry [Styles] também, nós dois estávamos muito bêbados em algum lugar em Los Angeles. Nós apenas tivemos esse maravilhoso abraço e foi o reconhecimento tipo: “Isso não é sobre nós. Estamos bem”. Foi muito estranho ter essa divisão de membros nas bandas que não se davam bem, e os membros que se davam, mas que não podiam, publicamente, demonstrar afeição. Foi, provavelmente, um erro decidir perseguir essa disputa no Twitter. Isso não foi uma boa ideia.

Eles são garotos muito legais. Eu os vi um pouco mais enquanto estive fazendo minhas músicas solo e eles também têm feito suas músicas solo, e eles não são nada além de adoráveis. É muito bom ver, também, que mesmo com a quantidade de sucesso que eles tiveram que são pessoas muito legais, ainda têm o pé no chão e são muito voltadas para a música — eu acho ótimo para a música.

KANESWARAN: Nós éramos iguais em muitos aspectos. Eu achei maravilhoso como o mundo acolheu boybands britânicas/irlandeses. Todos fomos muito sortudos.

 

“Eu não acho que nenhum de nós estava pronto para ser estrelas de reality show”

GEORGE: Fomos aconselhados a fazer [The Wanted Life] pelas pessoas no comando, porque na época [eles pensavam que] era a melhor coisa a fazer. E não foi.

SYKES: Eu não acho que nenhum de nós estava pronto para ser estrelas de reality show. [Risos]

GEORGE: Passamos três ou quatro meses longe, não interagimos com nossos fãs, não tínhamos estado em casa, não tínhamos visto nossos fãs na Inglaterra e não lançamos nenhuma música. Eu voltaria atrás e talvez nós nos concentrássemos na música, porque era sempre sobre a música para nós — e quando nós fizemos esse programa, ficou mais como “Vamos ficar bêbados e vagabundear por aí”. Você pode fazer isso de qualquer maneira, não precisa gastar quatro meses fazendo isso em um programa de TV.

SYKES: Era uma equipe muito boa, e eles eram exatamente o que precisávamos [para o programa]. Mas o drama que vem com um reality show não poderia estar mais longe do que precisávamos. O programa trouxe namoradas e expôs as fraquezas que nós achávamos que não tínhamos. Isso causou rachaduras — não aquelas que não conseguimos superar, porque fizemos na maior parte do tempo, mas isso se tornou mais difícil. Porque de repente as namoradas deixaram de ser periféricas para se tornarem as figuras focais e elas estavam no ponto central da banda, o que fez toda a dinâmica apenas virar de cabeça para baixo.

Houve dias em que eu costumava me trancar no quarto e bloquear a porta porque eu não queria fazer nenhuma filmagem. Eu não podia fazer isso. Eu me trancaria e eu tinha uma desculpa incrível, porque eu ficava tipo “não posso falar”, devido à minha cirurgia na garganta [Sykes foi operado em abril de 2013 depois que um nódulo apareceu em suas cordas vocais]. Eu acho que isso também me impediu de ser arrastado para dramas, o que na verdade meio que me deu, por assim dizer, um enredo.

GEORGE: [O programa] nos permitiu descobrir com o nos importávamos, que era música e nossos fãs. Eu só vi alguns episódios. Eu proibi minha avó de assistir [risos].

 

“Meio que voou”

GEORGE: É meio estranho, porque tudo parece que aconteceu tão rápido. Eu gostaria que, às vezes, eu pudesse voltar e diminuir o ritmo um pouco, para que pudéssemos parar e absorver tudo. Algumas coisas são meio que um borrão — quero dizer, nós estávamos meio que festejando muito e isso provavelmente não ajuda [risos]. Acho que gostaria que pudéssemos desacelerar um pouco e absorver o que estava acontecendo. Mas tudo meio que voou.

Nós viajamos para muitos lugares e temos tantas placas e material do nosso agente, programas e shows que fizemos em todo o mundo. Eu olho para trás e penso: “não tenho uma foto lá”! Se há uma coisa que eu poderia mudar, seria que eu poderia ter tentado aproveitar mais, mas acho que pelo fato de ter sido tão chocante, o que aconteceu, eu realmente não pensei nisso. Eu acho que fiquei muito animado com tudo.

KANESWARAN: Nós éramos tão jovens e todos nós tínhamos uma forte ética de trabalho, mas isso prejudicou nossa saúde física e mental. Nós nos esgotamos e deveríamos ter tirado mais tempo para limpar nossas mentes e corpos.

GEORGE: A discussão foi realmente que íamos dar um tempo. Mas então, quando a última turnê começou, ficou evidente que não seria apenas uma pequena pausa. Seria mais como “vamos fazer as nossas coisas por um tempo”. Isso foi triste, mas, no fim das contas, é exatamente o que acontece e todos temos que seguir em frente, queiramos ou não. Eu nunca teria desejado que chegasse a um ponto em que nenhum de nós queria mais trabalhar um com o outro. Não chegou a esse ponto. Acho que foi a coisa certa a fazer, no final.

 

“Eu acho que a The Wanted ainda tinha mais para dar ao mundo”

SYKES: Eu acho que em termos de fazer mais como The Wanted no futuro… Pessoalmente, eu sou o mais feliz que já fui como artista neste momento da minha vida. Então, não é algo que eu consideraria, mas um passarinho me contou que os outros quatro têm falado sobre isso.

GEORGE: Eu não falo com Siva há um tempo, e com Nathan eu não falo há algum tempo — ele tem feito a própria coisa. Mas com Tom e Jay eu falo o tempo todo. Eu estava no telefone com Tom alguns dias atrás para ver como ele estava. Sempre que conversamos, nós sempre voltamos [para o assunto da The Wanted], mesmo que seja por apenas 10 segundos, tipo, “Garoto, eu gostaria de fazer de novo, não é?” E ele fica tipo “Sim, sim eu também”.

PARKER: Eu gostaria que todos nós tivéssemos continuado um pouco mais. Eu acho que a The Wanted ainda tinha mais para dar ao mundo.

SYKES: Eu apoiaria isso totalmente — eu iria aos shows, eu cantaria junto na plateia e eu amaria se os quatro garotos quisessem fazer isso. Eu acho que isso seria absolutamente incrível. Mas, no momento, acho que encontrei o meu lugar como artista e acho que voltar atrás seria mudar o meu caminho de forma muito abrupta.

Isso não significa dizer que não sou profundamente grato por tudo o que aconteceu com a The Wanted e isso não muda a forma como eu olho para a banda ou o meu amor pela banda ou pelos fãs. Significa apenas que estou em um caminho e mudar isso seria muito abrupto. Então, eu vou continuar no meu caminho como artista solo e espero que os outros quatro decidam se juntar novamente como uma banda.

GEORGE: Eles são todos irmãos para mim. Todos eles sabem disso. Eu estaria completamente aberto a isso, porque eu absolutamente adoro os meninos. Eu adoraria experimentar isso de novo — mesmo que eu seja alguns anos mais velho.

 

“Nós éramos a boyband do spring break”

GEORGE: Eu sinto, de certa forma, que — como alguém me disse uma vez — nós meio que tornamos as boybands legais de novo. Nós nunca tentamos ser uma boyband, éramos apenas cinco rapazes que adoravam fazer música e cantar juntos. Nós éramos um pouco mais velhos do que as outras bandas que estavam antes de nós, mas eu acho que meio que aceitei isso. Quer estivéssemos ou não em escolas para crianças e coisas assim, nós amamos isso. Nós nos divertimos muito em nossa turnê de cinco escolas no início e, obviamente, tudo evoluiu para boates e estádios. Nós aproveitamos todas as situações, de maneiras diferentes.

PARKER: Espero que tenhamos deixado uma marca que mudou o som da boyband. Eu acho que com o som otimista da banda, eu espero que tenhamos feito isso.

KANESWARAN: Com “Glad You Came” e“Chasing The Sun”, tentamos trazer uma vibração de festa sincera e que removia a preocupação. Eu gostaria de pensar que trouxemos a vida para a festa.

GEORGE: Se eu estou no meu pub local, onde todo mundo me conhece como Max da The Wanted, alguém coloca a música na jukebox e de repente todo mundo está apontando para mim, rindo e todos nós rimos disso. Então, eu fico tipo, “Deus, por favor, desligue isso.” Se há um grande grupo de pessoas e a música tocam eu fico tipo, “Oh, meu Deus…” Eu estou realmente orgulhoso disso, eu simplesmente não sei. Eu fico com vergonha, às vezes!

SYKES: Eu acho que nós a boyband do spring break [momento de descanso, conhecido pela grande quantidade de festas]. Eu nem acho que posso elaborar isso. Nós éramos provavelmente a boyband do spring break, e é aí que eu vou deixar essa. [Risos]

GEORGE: As pessoas ainda vêm e cumprimentam, pedem fotos e tudo mais. Eu acho isso incrível, porque sem as pessoas se interessarem por nós, nunca teríamos ido a lugar nenhum. Isso meio que dá a você uma sensação de aconchego, quando as pessoas chegam até você.

SYKES: Eu estive em Chatham no ano passado e nós estávamos em uma cafeteria alemã ou algo assim — foi uma noite estranha — e “Glad You Came” tocou, e esse cara literalmente tentou me colocar em seus ombros. As pessoas começaram a enlouquecer. E, então, na metade da música, as pessoas perceberam que eu estava na banda, então ficou ainda mais doido. Isso meio que mostra que uma boa música também não tem idade. As pessoas não viram uma boyband por trás dessa música — as pessoas simplesmente viram uma ótima música.

O que você achou das declarações? Comente!

Fonte: Billboard



sexta-feira 27 abril, 2018 às 20:31 | Arquivado em: Entrevista, Jay McGuiness, Max George, Nathan Sykes, Notícia, One Direction, Projetos Solo, Siva Kaneswaran, The Wanted, Tom Parker

Foi em 2014 que a The Wanted anunciou, por meio de um comunicado, que daria uma pausa na carreira. Desde então, os integrantes — Jay McGuiness, Max George, Nathan Sykes, Siva Kaneswaran e Tom Parker — têm se dedicado a vários projetos.

Envolvendo dança, música e atuação, os cinco revelaram para Taylor Weatherby, da Billboard, o que têm feito nos últimos 4 anos — e quais são os planos.

Veja o que cada um revelou à repórter:

Já faz mais de quatro anos desde que a The Wanted anunciou uma pausa depois de sua turnê “World Of Mouth Tour”, em 2014, e, infelizmente para os fãs, não havia pistas sobre uma reunião naquela época. A pausa se estendeu porque os integrantes — Jay McGuiness, Max George, Tom Parker, Siva Kaneswaran e Nathan Sykes — têm se dedicado a seus próprios projetos pessoais, seja na música ou na atuação.

Max atuou na 6ª temporadae últimade “Glee” em 2015, Jay foi coroado o vencedor do programa de dança britânico “Dancing With the Stars” em dezembro de 2015, enquanto Nathan lançou um álbum solo intitulado “Unfinished Business” em 2016. Tom, por sua vez, interpretou Danny Zuko no musical “Grease” de 2016 a 2017. Já Siva, se manteve longe dos holofotes e preferiu trabalhar nos bastidores da indústria em Los Angeles.

Apesar disso, os fãs esperam ansiosamente novidades relacionadas à banda e, para matar a curiosidade, a Billboard entrou em contato com os cinco integrantes. Confira a seguir o que cada membro tem feito desde a pausa e o que os fãs podem esperar para o futuro.

 

Max George

Toda a experiência que tive com a The Wanted, viajando ao redor do mundo, encontrando novas pessoas, fãs, foi um barato. Então, quando isso acabou, eu precisei de três ou quatro meses. Eu meio que me senti um pouco perdido, para ser honesto. Sai de toda essa loucura e de coisas que nunca poderia ter sonhado que aconteceriam. Então, de repente, não estava mais lá. Esses caras com quem cresci tão de perto e por tanto tempo não estavam mais do meu lado. Foi difícil, na verdade, me deu pânico. Passei algum tempo com a minha família e discuti o que queria fazer. Talvez, quatro meses depois, decidi me mudar para os Estados Unidos e comecei a atuar, para dar um tempo da música.

Me mudei para Los Angeles no verão de 2014 e no dia seguinte, consegui um teste para “Glee”. Eu consegui o papel, era para ser apenas um episódio e eu terminei fazendo toda a 6ª temporada, o que foi uma das melhores coisas que já fiz na vida. Trabalhei com Jane Lynch, Matthew Morrison e Lea Michele. Enquanto eu fazia isso, recebi uma proposta para fazer música novamente.

Eu decidi que fazia um ano desde que havia feito algo musicalmente, senti que tinha conseguido meu trabalho de ator e meio que desejei voltar para a música. Senti que a música sempre foi a minha prioridade, a música sempre ia acontecer. Era atuar ou cantar e era o que eu queria realmente. Eu não penso em mais nada.

Assim, comecei a escrever novamente. Eu assinei um contrato de gravação e tenho trabalhado em minha própria música há quase três anos. Acho que sempre que fazia coisas para a The Wanted, seja escrevendo ou me apresentando, sempre me sentia muito como eu mesmo. Definitivamente, há algo novo. Mas eu trabalhei com tantas pessoas incríveis, eu voltei para as pessoas com quem trabalhei na The Wanted. Eu criei muito com Steve Mac e Ed Drewett, que fizeram “Glad You Came”. Trabalhei bastante com Jason Derulo, que é incrível, me tornei um bom amigo dele nos últimos dois anos.

Estou realmente animado. Não tenho expectativas, só quero ver o que acontece. Disponibilizar meu trabalho e se as pessoas gostarem, então tudo bem. Há algumas audições pela frente, claro, tive que recusar alguns papéis no cinema apenas por falta de tempo. Ainda estamos terminando, apenas dando os últimos retoques em algumas coisas, mas esperamos lançar no verão.

 

Nathan Sykes

Lembro-me de ter uma conversa com a minha mãe [depois que a pausa começou]. Estava na cozinha, terminei a ligação na qual todos concordamos com a pausa. Ela veio e disse: ‘O que você quer fazer?’. Eu estava tipo: ‘Eu quero fazer música’. E ela ficou: ‘O que está te impedindo?’. Então, obrigada, mãe, pelo ótimo conselho. [Risos] Essa foi a transição para mim – The Wanted está em pausa. Vou fazer o que eu gosto, que é fazer música e ver onde isso me leva. Especialmente para mim, isso me levou a um caminho que eu nunca estive mais feliz.

Sinto que a The Wanted foi uma mistura de todos os nossos cinco interesses e gostos musicais. Então, quando estávamos escrevendo músicas, eu estava, pessoalmente, como compositor, escrevendo para cinco vozes – não estava apenas escrevendo para mim – e esperando que eles pudessem cantar o que eu estava escrevendo. Eu estou fazendo escolhas muito diferentes como solista. Nós estávamos escrevendo muito como uma coleção. Eu sempre digo que eu era 20% da The Wanted, mas 100% de mim mesmo.

Estou escrevendo o segundo álbum. É um momento muito emocionante para mim. “Unfinished Business” foi uma declaração da minha intenção sonora e onde eu queria ir como artista, que caminho queria percorrer como artista, acho que o “Unfinished Business” fez muito isso. Ainda recebo mensagens, pessoas descobrindo e pessoas que não eram necessariamente fãs da The Wanted.

Estou muito feliz em escrever o segundo disco. Eu vou e volto para Los Angeles, fazendo sessões de composição e tenho escrito aqui em Londres. Então, estamos apenas juntando tudo e estou realmente solidificando os sons e contando a minha história do último ano e meio. Isso é muito eu no momento. Eu sou um pouco recluso quando estou escrevendo. [Risos] Então, eu meio que me afastei o máximo possível.

Os sons que criei para o segundo álbum são uma progressão do primeiro álbum e estou tão entusiasmado com isso. Estou pensando em lançar este ano ou no começo do ano que vem. Havia muitos instrumentos [no “Unfinished Business“], então vou meio que expandir isso e também mostrar a dinâmica ao longo do álbum. Liricamente, é apenas muito honesto, que é o que eu sempre tento ser. É tão honesto quanto eu posso ser.

 

Jay McGuiness

Eu sou um ator, querido! Não, sério, eu apareci no – e, de alguma forma, venci – “Strictly Come Dancing” no Reino Unido, e, desde então, eu tenho cantado, dançado e atuado para ganhar a vida. Eu tive meu primeiro papel no teatro interpretando Josh Baskin na versão musical do filme de Tom Hanks, “BIG”, que foi muito divertido. E eu fiz algumas músicas e espetáculos de dança recentemente. Eu tenho alguns projetos em que estamos trabalhando para o ano que vem, tenho estado tranquilo e ocupado.

Eu estava em uma escola de artes performáticas quando fiz o teste para a banda, então eu sempre tive uma carreira de música e dança em minha mente. Não tive muita oportunidade de dançar na bandabem zero, na verdade. Nós éramos horríveis coletivamente, então é bom ter descoberto isso de novo.

 

Tom Parker

Eu precisei de um segundo, depois que demos a pausa, para descobrir o que era importante para mim. Viajar para longe era uma parte tão importante da banda, então eu basicamente me concentrei em fazer coisas que se adéquam mais perto de casa. Eu fiz algumas aparições na TV e fiz meu primeiro trabalho no Reino Unido no ano passado, interpretando Danny Zuko no musical “Grease”, o que foi muito divertido.

Eu realmente não tinha ideia de que faria um papel no teatro há sete anos. Não estava no meu radar, mas acho que é a graça dessa indústria. Ela apresenta oportunidades que te empurram para fora da sua zona de conforto.

 

Siva Kaneswaran

Há duas coisas que estou focando e que os fãs sabem, porque eles sabem de tudo [risos]. Meus dois amoresmúsica e atuação.

Atualmente estou trabalhando duro no estúdio. Eu tenho feito composições para outros artistas e agora morar em Los Angeles abriu a porta para criar música para o cinema. Estudar a arte de atuar me permitiu me expressar de uma maneira diferente e usar minha influência para um bem maior. Eu fui recentemente lançado em um filme intitulado “Where We Go From Here”, que aborda questões importantes sobre a violência armadaque eu tenho muito orgulho de trazer para debate. Ainda este ano, eu atuarei em um filme que é secreto por enquanto, mas eu mal posso esperar para compartilhar com todos vocês!

Eu sempre amei entreter as pessoas e estar na banda me permitiu fazer isso. Eu me senti muito sortudo por ter sido capaz de me expressar criativamente enquanto fazia os fãs se sentirem bem.

Você tem acompanhado a The Wanted em seus projetos solo? Conte nos comentários!

Fonte: Billboard



sexta-feira às 20:20 | Arquivado em: Entrevista, Jay McGuiness, Max George, Nathan Sykes, Notícia, Projetos Solo, Siva Kaneswaran, The Wanted, Tom Parker


Hoje (19) chegou à internet um vídeo íntimo de Max George. O material foi vazado provavelmente por hackers, já que nas últimas semanas diversos artistas tiveram seus momentos íntimos compartilhados na rede.

Não é possível determinar a data exata de gravação do vídeo, mas é possível identificar o cantor por suas tatuagens feitas após 2012.

Há alguns anos, o cantor posou nu para a Attitude Magazine e também fez uma campanha de cueca para a Buffalo Jeans.

Até o momento, nem o cantor e nem seus representantes se manifestaram sobre o assunto. Também não é conhecida a origem do vazamento.



quinta-feira 19 janeiro, 2017 às 18:26 | Arquivado em: Max George, Notícia

nathan sykes 17 10 2

Com a The Wanted em pausa desde 2014 e com carreira solo iniciada no começo de 2015, Nathan Sykes revelou em entrevista ao Total Access que não mantém mais contato com seus ex-companheiros de banda Max George e Siva Kaneswaran.

Sobre o que cada um está fazendo no momento, ele disse:

“Jay [McGuiness] está no musical ‘BIG’ para o qual estou muito empolgado em i quando eu voltar ao Reino Unido. E o Tom [Parker] acabou de entrar para o elenco do musical de ‘Grease’, o qual também estou empolgado para assistir. Tom como Danny Zuko vai ser a coisa mais nortista do planeta, vai ser brilhante.”

O cantor então continuou:

“Eu não sei realmente o que os outros dois [Max George e Siva Kaneswaran] estão fazendo, mas eu tenho certeza que estão felizes — acho que estão sossegados com suas namoradas.”

Fonte: Mirror Online



segunda-feira 17 outubro, 2016 às 21:00 | Arquivado em: Max George, Nathan Sykes, Notícia, Siva Kaneswaran, The Wanted