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tom parker 14022019

Hoje (14), Tom Parker utilizou o Twitter e o Youtube para revelar que ele e sua esposa, Kelsey Parker, estão esperando o primeiro filho.

Em um vídeo de quase 2 minutos, o casal mostrou um pouco da rotina e, no final, revelou que o Baby Parker está a caminho.

Os dois se casaram em 14 de julho de 2018 e o nascimento do primogênito está previsto para o dia 8 de julho de 2019. O casal ainda não revelou o sexo do bebê.

Assista ao vídeo:

 

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Fonte: Youtube



quinta-feira 14 fevereiro, 2019 às 13:06 | Arquivado em: Kelsey Hardwick, Notícia, Tom Parker, Vídeos

max george copa

Faltam três jogos – duas semifinais e a final – para descobrir o time que levantará a taça da Copa do Mundo na Rússia. Entre os possíveis ganhadores estão Croácia, Inglaterra, Bélgica e França.

Os torcedores da Inglaterra, incluindo o cantor Max George, estão cada vez mais otimistas com a possibilidade do time chegar à final – há 28 anos a equipe não participa de uma semifinal.

Max, que está divulgando seu primeiro single solo, “Barcelona”, ficou bem animado com a vitória da Inglaterra contra a Suécia por 2 a 0, no sábado (07).
Em conversa com o Daily Star Online, o cantor disse:

“Eu acho que me acalmei um pouco com relação a festejar demais, mas ainda tenho meus momentos. Eu não ia beber por um tempo, mas aí a Inglaterra foi para a semifinal, então as coisas saíram do controle. A despedida de solteiro do Tom [Parker] parece um borrão também.”

Por falar em Tom – que se casará com Kelsey Hardwick no próximo sábado (14) -, Max revelou que pode ter que sair mais cedo do casamento do companheiro de banda.

“O casamento é no próximo sábado, mas é um evento de três dias. Terá algo na sexta-feira, o casamento no sábado e, então, uma festa na piscina com um grande telão no dia da final da Copa do Mundo. Porém, um dos investidores da minha gravadora – Silver Max – pode ir de jatinho para a Rússia se a Inglaterra chegar à final. Então, talvez eu tenha que dizer para o Tom: ‘você se importa se eu sair mais cedo no domingo de manhã já que eu tenho que ir para a Rússia?’. Vou esperar, não tenho certeza ainda.”

Tom pediu Kelsey em casamento após 8 anos de namoro em março de 2016, mas teve que adiar a data ao conseguir o papel de Danny Zuko no musical “Grease”.

Depois de 5 anos de sucesso, a The Wanted decidiu dar uma pausa na carreira em 2014 para que cada integrante pudesse seguir seus próprios projetos. Max se mudou para os Estados Unidos e conseguiu um papel de destaque em “Glee” e depois um contrato com Jason Derulo.

Entretanto, depois de vários atrasos e mudanças de pessoal na Warner, Max decidiu – com o apoio de Derulo – seguir em frente.

Ao falar sobre sua primeira música solo, Max disse:

“Demorou quase três anos, mas eu não queria perder outro verão, já que eu já tinha perdido dois com essa faixa. Eu escrevi como uma música de verão há alguns anos, então, eu não queria lançar em outro momento.”

O cantor também comentou sobre a experiência de ter sua própria gravadora:

“É legal estar no controle, você não tem alvos estabelecidos pela gravadora ou pessoas te decepcionando. É um trabalho mais difícil, mas pelo menos você está no controle.”

Max ainda falou sobre a expectativa de “Barcelona” fazer sucesso nas paradas:

“Obviamente eu quero que a música entre nas paradas, mas com os serviços de streaming pode levar até 4 meses para uma faixa ter impacto.”

Ele ainda revelou que escreveu mais de 100 músicas desde que a The Wanted entrou em pausa e que planeja um álbum solo:

“Estamos aceitando o que vier, mas há conversas sobre um próximo single. Eventualmente, um álbum também, mas agora é tudo sobre “Barcelona”.”

Fonte: Daily Star



segunda-feira 9 julho, 2018 às 14:18 | Arquivado em: Barcelona, Entrevista, Max George, Notícia, The Wanted, Tom Parker

Na quinta-feira (26), a repórter Taylor Weatherby, da Billboard, fez uma entrevista com a The Wanted para relembrar seu sucesso e descobrir o que virá.

Após entrar em contato, por telefone, com todos os membros, a reportagem traz revelações de bastidores e reflexões sobre o que levou à pausa na carreira. Além de tudo, Jay McGuiness, Max George, Nathan Sykes, Siva Kaneswaran e Tom Parker revelaram se há planos para um retorno em um futuro próximo.

A seguir, veja a íntegra traduzida da matéria:

Há muitas músicas clássicas de boyband que resistem ao teste do tempo, mas não muitas que podem ser um hino para sempre da boate. Foi isso que os britânicos e irlandeses da The Wanted criaram com “Glad You Came”, sucesso que lhes garantiu a 3ª posição na Billboard Hot 100 em 2012 e fez deles uma sensação internacional, até que o grupo anunciou seu hiato em 2014.

Enquanto o grupo se qualificava como boyband – cinco adolescentes de boa aparência e jovens de 20 e poucos anos que cantam e fazem garotas desmaiarem, formados por meio de um processo de audição em 2009 – seu som era um pouco mais maduro do que os sucessos dos galãs clássicos. Juntamente com o One Direction, do Reino Unido (contra o qual o grupo foi naturalmente confrontado, uma rivalidade forçada que brevemente provocou uma disputa no Twitter entre os membros de ambos as bandas), The Wanted reintroduziu a boyband como uma cultura pop nos dois lados do Atlântico.

Mas os rótulos nunca incomodaram o quinteto (Max George, Tom Parker, Jay McGuiness, Siva Kaneswaran  e Nathan SYKES), especialmente depois que a sua carreira decolou.

“O que realmente me anima na percepção de boybands é o esnobismo de outras pessoas”, diz Nathan à Billboard. “O gosto musical de uma adolescente não é menos crível do que de um homem de 60 anos careca. Eu acho que ter muitos fãs – não importa a idade deles, gênero, qualquer coisa assim – faz com que você seja incrivelmente confiável.”

Após “Glad You Came”, The Wanted lançou seu terceiro álbum de estúdio, “Word of Mouth”, em 2013, que gerou seis singles, cinco dos quais chegaram ao top 10 do Reino Unido. Aproveitando sua audiência americana, os rapazes estrelaram seu próprio reality show, “The Wanted Life” no início daquele ano, que — junto com uma vibração mais ousada em faixas do “Word of Mouth” como “I Found You” — solidificaram que eles não seriam dispensados da história das boybands como outro grupo fofo.

No entanto, The Wanted não viu outro hit entrar no top 40 do Hot 100 depois de “Glad You Came” e One Direction continuou em um caminho rápido para o equivalente do século 21 da Beatlemania. Com o sucesso deles começando a diminuir (pelo menos, nos Estados Unidos) e a concorrência aumentando, The Wanted anunciou em janeiro de 2014 que, após a conclusão da turnê “Word of Mouth Tour”, eles entrariam em pausa — da qual eles ainda não voltaram mesmo quatro anos depois.

Em comemoração à semana da boyband da Billboard e ao sucesso da The Wanted, conversamos com o grupo para relembrar seu tempo como banda, as boas (e más) decisões ao longo do caminho e se uma reunião está nos planos. Ah, e claro, para obter seus pensamentos reais sobre o One Direction.

 

“Eu senti como se tivéssemos algo grande”

SYKES: Nós nos sentíamos muito bem. Nós estávamos realmente começando, tínhamos ótimas músicas, a gravadora era incrível, o empresário era ótimo. Nós tínhamos tudo no lugar para nos sairmos bem. Eu acho que o JLS era a grande boyband do Reino Unido na época, então não sabíamos como isso funcionaria — se as pessoas reagiriam a nós, se as pessoas gostariam.

PARKER: Quando começamos a gravar e nos conhecemos, sabíamos que essa não seria a típica boyband. Nossa imagem inicialmente era para ser limpa, mas como você pode controlar cinco rapazes que só querem festejar e se divertir? Então nós meio que apenas abraçamos a imagem bad boys. Entretanto, nenhum de nós é realmente um bad boy. Somos todos geeks de coração!

SYKES: Eu achava que todos nós éramos muito motivados a continuar lançando boa música, para ganhar mais e mais fãs. Essa foi a meta para mim, continuar a dar a esses fãs que deram muito apoio e oferecer ótimos shows, ótimas turnês, coisas assim. Continuando a impressionar as pessoas, espero.

KANESWARAN: Eu só queria ser o melhor que eu poderia ser e deixar todo mundo orgulhoso. Com a The Wanted, senti que tínhamos algo grande. Eu só não sabia que ia ser tão grande!

GEORGE: Eu tinha 21 anos quando entrei na The Wanted. Eu me mudei para Londres sozinho quando tinha 17 anos para tentar viver de música. Eu estava me apresentando em bares, cafeterias, alguns lugares realmente ruins, sabe? Quer dizer, eu adorei, mas isso não mudaria minha vida. Quando eu me juntei à The Wanted, foi com uma grande gravadora e tudo era novo e surpreendente. Eu não sei quais foram as minhas expectativas. Foi apenas uma nova aventura.

PARKER: Eu acho que as melhores memórias estão verdadeiramente no começo da banda. Quando todos nós fomos colocados juntos em uma casa, nenhum de nós conseguia acreditar no que estava acontecendo. Apenas um bando de rapazes em uma casa juntos se divertindo muito.

MCGUINESS: Existem muitas [histórias] que se destacam, mas não muitas que eu possa repetir, infelizmente!

SYKES: Eu meio que perdi esse período de ficar conhecendo, sendo tão jovem. O que eu acho que provou ser um pouco difícil, mas eles também me apoiaram. Eu não tenho certeza se eles sabiam como me tratar — “Nós o tratamos como alguém da nossa idade? Nós o tratamos como um garoto de 16 anos? Isso seria muito paternal?” Então eu acho que eles não sabiam como me tratar e eu realmente não sabia como me encaixar com um monte de garotos de 21 anos.

Mas com isso, eu poderia ser chamado quando as pessoas têm ressacas em massa [risos] Então, havia prós e contras. Eles falariam tipo “Cara, você cuida dessa hoje” e eu ficaria tipo “Tudo bem, justo”.

 

“Esse é o momento em que você pensa: ‘Isso realmente vai para algum lugar'”

SYKES: Quando todos nós nos entramos no Twitter pela primeira vez, havia originalmente três garotas que estavam nos seguindo e depois havia seis. E eu acho que dentro de alguns dias, nós pensamos: “Há mais membros da banda do que fãs”.

[Então] fizemos uma turnê escolar e uma turnê de rádio. Quanto mais íamos às escolas, mais os rapazes não gostariam de nós. E nós ficamos tipo: “Ou estamos ficando piores ou estamos tendo uma reação melhor das garotas”. Quanto mais os rapazes não gostassem que as garotas nos dessem uma boa reação, ficamos tipo: “Espera aí, isso está indo para algum lugar”.

GEORGE: Nós fizemos o Capital Summertime Ball em 2010. Nós estivemos em quatro escolas que tinham 50 crianças em uma sala de aula cantando com um violão. Uma semana depois, estávamos no estádio de Wembley na frente de 90.000 pessoas. Então, eu me lembro daquele dia, pensando: “Certo, ok, isso é real agora.” Eu acho que aquele dia foi quando me ocorreu que isso era sério e na verdade poderia ser algo que poderia mudar nossas vidas.

SYKES: Fazendo as turnês nas rádios, tínhamos centenas de crianças fora das estações de rádio. E eu lembro de uma em Manchester, havia umas duas mil pessoas fora da estação de rádio, e nós não podíamos nem entrar. Nós estávamos sentados no carro e o carro estava balançando — esse é o tipo de tempo que você fica tipo: “Isso realmente vai para algum lugar”. No final, depois que fizemos a entrevista de rádio, obviamente não pudemos sair e tirar fotos com todo mundo, então nós pulamos no carro e fizemos uma apresentação acústica. Eu acho que o tempo todo eu fiquei tipo “Que diabos está acontecendo? Isso é incrível!”

Depois, descendo a estrada em algum ponto do País de Gales, tivemos adolescentes correndo pela estrada atrás de nós. Nós pensamos: “Vocês precisam parar de fazer isso, vocês serão atropelados!”. Quando coisas como essas começaram a acontecer foi quando começamos a ficar muito, muito, muito animados.

PARKER: Se passaram seis meses e nós tivemos um single na primeira posição no Reino Unido com nosso primeiro álbum, “All Time Low”.

 

“Tudo mudou literalmente da noite para o dia”

SYKES: Quando fomos direto para o número 1, tudo mudou literalmente da noite para o dia.

GEORGE: Quando nos disseram que fomos para o número 1, houve apenas uma espécie de silêncio. E, então do nada, eu comecei a chorar como um bebê. Eu nunca chorei assim em público. Eu não sei o que foi. Foi a felicidade, foi alívio, foi choque. E então meu irmão mais velho, que estava lá, começou a chorar também. E então eu me lembro da minha mãe chorando. Isso foi provavelmente o mais alto que eu já estive na minha vida. Um dia na minha vida que foi um dos melhores, definitivamente.

SYKES: Foi um pouco de borrão. “All Time Low” foi um pouco surreal, porque não esperávamos o número 1. O objetivo era o Top 40. Pensávamos que, se tivéssemos a estreia no Top 40, poderíamos nos beneficiar e crescer. Aconteceu muito rapidamente, embora houvesse todo o trabalho nos bastidores para alcançar o sucesso. Definitivamente houve lágrimas, mas acho que podíamos sentir isso.

Tudo mudou, porque, então, a expectativa de todas as vezes era alcançar o primeiro lugar. As pessoas estavam esperando um número 1, 2 ou 3 de cada vez que lançávamos uma música. Obviamente, com isso vieram também grandes oportunidades, com apresentações no The X Factor e coisas assim. Alguns anos depois, correndo com a tocha olímpica — coisas que você não acha que conseguiria fazer. Eu acho que uma vez que alcançamos o número 1, era isso — era 100 milhas por hora a partir de então.

 

“Nós olhamos para ele e ficamos ‘Essa música será muito importante'”

SYKES: Nós estávamos no acampamento de composição para a segunda gravação, acho que foi uma das últimas canções que ficaram prontas. Um grupo de pessoas da equipe veio naquele dia, porque estávamos realizando uma reunião sobre bonecos — eles estavam tentando convencer todo mundo a fazer bonecos de The Wanted. Metade de nós ficou “Isso é como você sabe que está indo bem”, mas a outra parte estava tipo “Somos legais demais para isso, eu serei arruinado quando for em pubs por causa dos bonecos”. [Risadas] Foi uma decisão dividida sobre isso, e eles disseram: “Ah, enquanto vocês estão por aqui, nós temos essa música que acabou de entrar.”

Eles colocaram e nós estávamos todos sentados ali — é verso, pré-refrão, e, então, ele repete. Era como, “Ok, legal.” Eu acho que Siva tinha derrubado uma garrafa de champanhe — ele estava muito bêbado, mas ele estava dançando junto com essa música, e ele ficou tipo, “Isso é brilhante”. Todos olhamos para ele e dissemos: “Essa música vai ser enorme, por causa disso — a reação enquanto ele está bêbado.”

GEORGE: Quando filmamos o clipe, ele meio que acertou em cheio. Tipo: “Puta merda, eu entendi agora. Eu entendi completamente”. Nós queríamos fazer um vídeo em que, quando as pessoas assistissem,elas quisessem estar lá. E é isso que nós queríamos que a música transmitisse. Eu acho que sobre a música, nós queríamos que fosse um hino de verão que fazia todo mundo se sentir sobre a época mais quente do ano.

Isso realmente mudou tudo. Essa música nos levou para todo o mundo e sou muito grata pela canção, porque fomos capazes de viajar para esses países e conhecer tantos fãs de diferentes culturas. Foi o momento mais legal de todos, honestamente.

SYKES: Quando chegamos ao número 1 com “Glad You Came”, Stevie Wonder estava tocando no Hyde Park. E eu fiquei tipo: “Estou um pouco dividido aqui porque quero comemorar, mas também quero muito ir ver o Stevie Wonder no Hyde Park.” Então eu fiquei tipo “Ah, ótimo, sim, eu vou ver Stevie Wonder.”[risos]

“Meu primeiro pensamento foi ‘Ah, merda…'”

PARKER: O momento de The WantedOne Direction foi um grande momento na história da boyband.

GEORGE: Cerca de um ano depois de termos nos lançado nos Estados Unidos, One Direction chegaram, e eles meio que nos esmagaram em todo o lugar. Sejamos honestos, tivemos grande sucesso nos números — “Glad You Came” era tão grande quanto qualquer outra coisa na época —, mas depois de “Glad You Came”, eles meio que nos deram uma surra.

SYKES: Meu primeiro pensamento foi que quando vi o One Direction no The X Factor, um dos cinco episódios foi “Oh, merda”, se eu for completamente honesto [risos]. Você poderia apenas ver que isso se conectaria e seria massivo. E então a primeira vez que ouvi “What Makes You Beautiful”, novamente eu tive o mesmo pensamento, mas com uma palavra diferente [risos]. Foi apenas uma música brilhante.

GEORGE: Nós nos conhecemos quando eles estavam no X Factor, na verdade. Achamos que era legal ver esses rapazes, esses jovens tão empolgados e famintos pelo que iria acontecer.

SYKES: Eu estava fazendo uma massagem e todos eles entraram no vestiário, e eu acho que cada um deles me deu um tapinha nas costas — o que foi uma bela introdução. [Risos] Mas não, eles eram adoráveis. Eles entraram, nós conversamos um pouco com eles. A energia que eles tinham era simplesmente fantástica. Você podia sentir, era contagiante. Eles saíram e ficamos tipo: “Sim, eles vão ficar enormes”.

GEORGE: Obviamente, eles não faziam ideia, não tínhamos ideia do que estava prestes a ocorrer. Nunca foi uma preocupação ou competição — tudo com o que nos importava era o quão boa era nossa música. A única vez em que algo foi mencionado sobre o One Direction foi: “Puta merda, quão grandes eles são?” Nunca foi, “Oh, droga, nós precisamos ser maiores que eles”.

SYKES: Eles aumentaram sua base de fãs de uma forma incrível e as músicas foram ótimas. Eles eram apenas bons. Chegou a um estágio em que estávamos no mesmo nível, e tivemos uma conversa. “Tudo bem, pessoal, vocês precisam fazer uma escolha. Vocês precisam ficar na pista ao lado deles e lançar grandes músicas pop, ou vocês podem fazer a escolha e tornar sua imagem um pouco mais legal. Saia um pouco mais e seja vista como a alternativa mais ousada ao One Direction“. Essa foi a decisão que foi tomada e, pessoalmente, acho que se provou como a decisão errada. Mas acho que ninguém teria parado o que aconteceria com o One Direction. Nenhuma banda no planeta iria impedir que isso se tornasse o sucesso que se tornou. Mas há debates de que poderíamos andar ao lado deles por um pouco mais de tempo.

[Depois de nos conhecermos] no The X Factor, alguns de nós ficaram em contato — obviamente, isso foi embora quando metade da banda decidiu começar uma guerra com o One Direction, o que acabou ficando confuso e desnecessário. Eu me lembro de ter visto Niall [Horan] numa saída à noite, e eu fiquei tipo, “O que diabos aconteceu?” E ele ficou tipo “Nem me fale”. Eu acho que nós vimos Harry [Styles] também, nós dois estávamos muito bêbados em algum lugar em Los Angeles. Nós apenas tivemos esse maravilhoso abraço e foi o reconhecimento tipo: “Isso não é sobre nós. Estamos bem”. Foi muito estranho ter essa divisão de membros nas bandas que não se davam bem, e os membros que se davam, mas que não podiam, publicamente, demonstrar afeição. Foi, provavelmente, um erro decidir perseguir essa disputa no Twitter. Isso não foi uma boa ideia.

Eles são garotos muito legais. Eu os vi um pouco mais enquanto estive fazendo minhas músicas solo e eles também têm feito suas músicas solo, e eles não são nada além de adoráveis. É muito bom ver, também, que mesmo com a quantidade de sucesso que eles tiveram que são pessoas muito legais, ainda têm o pé no chão e são muito voltadas para a música — eu acho ótimo para a música.

KANESWARAN: Nós éramos iguais em muitos aspectos. Eu achei maravilhoso como o mundo acolheu boybands britânicas/irlandeses. Todos fomos muito sortudos.

 

“Eu não acho que nenhum de nós estava pronto para ser estrelas de reality show”

GEORGE: Fomos aconselhados a fazer [The Wanted Life] pelas pessoas no comando, porque na época [eles pensavam que] era a melhor coisa a fazer. E não foi.

SYKES: Eu não acho que nenhum de nós estava pronto para ser estrelas de reality show. [Risos]

GEORGE: Passamos três ou quatro meses longe, não interagimos com nossos fãs, não tínhamos estado em casa, não tínhamos visto nossos fãs na Inglaterra e não lançamos nenhuma música. Eu voltaria atrás e talvez nós nos concentrássemos na música, porque era sempre sobre a música para nós — e quando nós fizemos esse programa, ficou mais como “Vamos ficar bêbados e vagabundear por aí”. Você pode fazer isso de qualquer maneira, não precisa gastar quatro meses fazendo isso em um programa de TV.

SYKES: Era uma equipe muito boa, e eles eram exatamente o que precisávamos [para o programa]. Mas o drama que vem com um reality show não poderia estar mais longe do que precisávamos. O programa trouxe namoradas e expôs as fraquezas que nós achávamos que não tínhamos. Isso causou rachaduras — não aquelas que não conseguimos superar, porque fizemos na maior parte do tempo, mas isso se tornou mais difícil. Porque de repente as namoradas deixaram de ser periféricas para se tornarem as figuras focais e elas estavam no ponto central da banda, o que fez toda a dinâmica apenas virar de cabeça para baixo.

Houve dias em que eu costumava me trancar no quarto e bloquear a porta porque eu não queria fazer nenhuma filmagem. Eu não podia fazer isso. Eu me trancaria e eu tinha uma desculpa incrível, porque eu ficava tipo “não posso falar”, devido à minha cirurgia na garganta [Sykes foi operado em abril de 2013 depois que um nódulo apareceu em suas cordas vocais]. Eu acho que isso também me impediu de ser arrastado para dramas, o que na verdade meio que me deu, por assim dizer, um enredo.

GEORGE: [O programa] nos permitiu descobrir com o nos importávamos, que era música e nossos fãs. Eu só vi alguns episódios. Eu proibi minha avó de assistir [risos].

 

“Meio que voou”

GEORGE: É meio estranho, porque tudo parece que aconteceu tão rápido. Eu gostaria que, às vezes, eu pudesse voltar e diminuir o ritmo um pouco, para que pudéssemos parar e absorver tudo. Algumas coisas são meio que um borrão — quero dizer, nós estávamos meio que festejando muito e isso provavelmente não ajuda [risos]. Acho que gostaria que pudéssemos desacelerar um pouco e absorver o que estava acontecendo. Mas tudo meio que voou.

Nós viajamos para muitos lugares e temos tantas placas e material do nosso agente, programas e shows que fizemos em todo o mundo. Eu olho para trás e penso: “não tenho uma foto lá”! Se há uma coisa que eu poderia mudar, seria que eu poderia ter tentado aproveitar mais, mas acho que pelo fato de ter sido tão chocante, o que aconteceu, eu realmente não pensei nisso. Eu acho que fiquei muito animado com tudo.

KANESWARAN: Nós éramos tão jovens e todos nós tínhamos uma forte ética de trabalho, mas isso prejudicou nossa saúde física e mental. Nós nos esgotamos e deveríamos ter tirado mais tempo para limpar nossas mentes e corpos.

GEORGE: A discussão foi realmente que íamos dar um tempo. Mas então, quando a última turnê começou, ficou evidente que não seria apenas uma pequena pausa. Seria mais como “vamos fazer as nossas coisas por um tempo”. Isso foi triste, mas, no fim das contas, é exatamente o que acontece e todos temos que seguir em frente, queiramos ou não. Eu nunca teria desejado que chegasse a um ponto em que nenhum de nós queria mais trabalhar um com o outro. Não chegou a esse ponto. Acho que foi a coisa certa a fazer, no final.

 

“Eu acho que a The Wanted ainda tinha mais para dar ao mundo”

SYKES: Eu acho que em termos de fazer mais como The Wanted no futuro… Pessoalmente, eu sou o mais feliz que já fui como artista neste momento da minha vida. Então, não é algo que eu consideraria, mas um passarinho me contou que os outros quatro têm falado sobre isso.

GEORGE: Eu não falo com Siva há um tempo, e com Nathan eu não falo há algum tempo — ele tem feito a própria coisa. Mas com Tom e Jay eu falo o tempo todo. Eu estava no telefone com Tom alguns dias atrás para ver como ele estava. Sempre que conversamos, nós sempre voltamos [para o assunto da The Wanted], mesmo que seja por apenas 10 segundos, tipo, “Garoto, eu gostaria de fazer de novo, não é?” E ele fica tipo “Sim, sim eu também”.

PARKER: Eu gostaria que todos nós tivéssemos continuado um pouco mais. Eu acho que a The Wanted ainda tinha mais para dar ao mundo.

SYKES: Eu apoiaria isso totalmente — eu iria aos shows, eu cantaria junto na plateia e eu amaria se os quatro garotos quisessem fazer isso. Eu acho que isso seria absolutamente incrível. Mas, no momento, acho que encontrei o meu lugar como artista e acho que voltar atrás seria mudar o meu caminho de forma muito abrupta.

Isso não significa dizer que não sou profundamente grato por tudo o que aconteceu com a The Wanted e isso não muda a forma como eu olho para a banda ou o meu amor pela banda ou pelos fãs. Significa apenas que estou em um caminho e mudar isso seria muito abrupto. Então, eu vou continuar no meu caminho como artista solo e espero que os outros quatro decidam se juntar novamente como uma banda.

GEORGE: Eles são todos irmãos para mim. Todos eles sabem disso. Eu estaria completamente aberto a isso, porque eu absolutamente adoro os meninos. Eu adoraria experimentar isso de novo — mesmo que eu seja alguns anos mais velho.

 

“Nós éramos a boyband do spring break”

GEORGE: Eu sinto, de certa forma, que — como alguém me disse uma vez — nós meio que tornamos as boybands legais de novo. Nós nunca tentamos ser uma boyband, éramos apenas cinco rapazes que adoravam fazer música e cantar juntos. Nós éramos um pouco mais velhos do que as outras bandas que estavam antes de nós, mas eu acho que meio que aceitei isso. Quer estivéssemos ou não em escolas para crianças e coisas assim, nós amamos isso. Nós nos divertimos muito em nossa turnê de cinco escolas no início e, obviamente, tudo evoluiu para boates e estádios. Nós aproveitamos todas as situações, de maneiras diferentes.

PARKER: Espero que tenhamos deixado uma marca que mudou o som da boyband. Eu acho que com o som otimista da banda, eu espero que tenhamos feito isso.

KANESWARAN: Com “Glad You Came” e“Chasing The Sun”, tentamos trazer uma vibração de festa sincera e que removia a preocupação. Eu gostaria de pensar que trouxemos a vida para a festa.

GEORGE: Se eu estou no meu pub local, onde todo mundo me conhece como Max da The Wanted, alguém coloca a música na jukebox e de repente todo mundo está apontando para mim, rindo e todos nós rimos disso. Então, eu fico tipo, “Deus, por favor, desligue isso.” Se há um grande grupo de pessoas e a música tocam eu fico tipo, “Oh, meu Deus…” Eu estou realmente orgulhoso disso, eu simplesmente não sei. Eu fico com vergonha, às vezes!

SYKES: Eu acho que nós a boyband do spring break [momento de descanso, conhecido pela grande quantidade de festas]. Eu nem acho que posso elaborar isso. Nós éramos provavelmente a boyband do spring break, e é aí que eu vou deixar essa. [Risos]

GEORGE: As pessoas ainda vêm e cumprimentam, pedem fotos e tudo mais. Eu acho isso incrível, porque sem as pessoas se interessarem por nós, nunca teríamos ido a lugar nenhum. Isso meio que dá a você uma sensação de aconchego, quando as pessoas chegam até você.

SYKES: Eu estive em Chatham no ano passado e nós estávamos em uma cafeteria alemã ou algo assim — foi uma noite estranha — e “Glad You Came” tocou, e esse cara literalmente tentou me colocar em seus ombros. As pessoas começaram a enlouquecer. E, então, na metade da música, as pessoas perceberam que eu estava na banda, então ficou ainda mais doido. Isso meio que mostra que uma boa música também não tem idade. As pessoas não viram uma boyband por trás dessa música — as pessoas simplesmente viram uma ótima música.

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Fonte: Billboard



sexta-feira 27 abril, 2018 às 20:31 | Arquivado em: Entrevista, Jay McGuiness, Max George, Nathan Sykes, Notícia, One Direction, Projetos Solo, Siva Kaneswaran, The Wanted, Tom Parker

Foi em 2014 que a The Wanted anunciou, por meio de um comunicado, que daria uma pausa na carreira. Desde então, os integrantes — Jay McGuiness, Max George, Nathan Sykes, Siva Kaneswaran e Tom Parker — têm se dedicado a vários projetos.

Envolvendo dança, música e atuação, os cinco revelaram para Taylor Weatherby, da Billboard, o que têm feito nos últimos 4 anos — e quais são os planos.

Veja o que cada um revelou à repórter:

Já faz mais de quatro anos desde que a The Wanted anunciou uma pausa depois de sua turnê “World Of Mouth Tour”, em 2014, e, infelizmente para os fãs, não havia pistas sobre uma reunião naquela época. A pausa se estendeu porque os integrantes — Jay McGuiness, Max George, Tom Parker, Siva Kaneswaran e Nathan Sykes — têm se dedicado a seus próprios projetos pessoais, seja na música ou na atuação.

Max atuou na 6ª temporadae últimade “Glee” em 2015, Jay foi coroado o vencedor do programa de dança britânico “Dancing With the Stars” em dezembro de 2015, enquanto Nathan lançou um álbum solo intitulado “Unfinished Business” em 2016. Tom, por sua vez, interpretou Danny Zuko no musical “Grease” de 2016 a 2017. Já Siva, se manteve longe dos holofotes e preferiu trabalhar nos bastidores da indústria em Los Angeles.

Apesar disso, os fãs esperam ansiosamente novidades relacionadas à banda e, para matar a curiosidade, a Billboard entrou em contato com os cinco integrantes. Confira a seguir o que cada membro tem feito desde a pausa e o que os fãs podem esperar para o futuro.

 

Max George

Toda a experiência que tive com a The Wanted, viajando ao redor do mundo, encontrando novas pessoas, fãs, foi um barato. Então, quando isso acabou, eu precisei de três ou quatro meses. Eu meio que me senti um pouco perdido, para ser honesto. Sai de toda essa loucura e de coisas que nunca poderia ter sonhado que aconteceriam. Então, de repente, não estava mais lá. Esses caras com quem cresci tão de perto e por tanto tempo não estavam mais do meu lado. Foi difícil, na verdade, me deu pânico. Passei algum tempo com a minha família e discuti o que queria fazer. Talvez, quatro meses depois, decidi me mudar para os Estados Unidos e comecei a atuar, para dar um tempo da música.

Me mudei para Los Angeles no verão de 2014 e no dia seguinte, consegui um teste para “Glee”. Eu consegui o papel, era para ser apenas um episódio e eu terminei fazendo toda a 6ª temporada, o que foi uma das melhores coisas que já fiz na vida. Trabalhei com Jane Lynch, Matthew Morrison e Lea Michele. Enquanto eu fazia isso, recebi uma proposta para fazer música novamente.

Eu decidi que fazia um ano desde que havia feito algo musicalmente, senti que tinha conseguido meu trabalho de ator e meio que desejei voltar para a música. Senti que a música sempre foi a minha prioridade, a música sempre ia acontecer. Era atuar ou cantar e era o que eu queria realmente. Eu não penso em mais nada.

Assim, comecei a escrever novamente. Eu assinei um contrato de gravação e tenho trabalhado em minha própria música há quase três anos. Acho que sempre que fazia coisas para a The Wanted, seja escrevendo ou me apresentando, sempre me sentia muito como eu mesmo. Definitivamente, há algo novo. Mas eu trabalhei com tantas pessoas incríveis, eu voltei para as pessoas com quem trabalhei na The Wanted. Eu criei muito com Steve Mac e Ed Drewett, que fizeram “Glad You Came”. Trabalhei bastante com Jason Derulo, que é incrível, me tornei um bom amigo dele nos últimos dois anos.

Estou realmente animado. Não tenho expectativas, só quero ver o que acontece. Disponibilizar meu trabalho e se as pessoas gostarem, então tudo bem. Há algumas audições pela frente, claro, tive que recusar alguns papéis no cinema apenas por falta de tempo. Ainda estamos terminando, apenas dando os últimos retoques em algumas coisas, mas esperamos lançar no verão.

 

Nathan Sykes

Lembro-me de ter uma conversa com a minha mãe [depois que a pausa começou]. Estava na cozinha, terminei a ligação na qual todos concordamos com a pausa. Ela veio e disse: ‘O que você quer fazer?’. Eu estava tipo: ‘Eu quero fazer música’. E ela ficou: ‘O que está te impedindo?’. Então, obrigada, mãe, pelo ótimo conselho. [Risos] Essa foi a transição para mim – The Wanted está em pausa. Vou fazer o que eu gosto, que é fazer música e ver onde isso me leva. Especialmente para mim, isso me levou a um caminho que eu nunca estive mais feliz.

Sinto que a The Wanted foi uma mistura de todos os nossos cinco interesses e gostos musicais. Então, quando estávamos escrevendo músicas, eu estava, pessoalmente, como compositor, escrevendo para cinco vozes – não estava apenas escrevendo para mim – e esperando que eles pudessem cantar o que eu estava escrevendo. Eu estou fazendo escolhas muito diferentes como solista. Nós estávamos escrevendo muito como uma coleção. Eu sempre digo que eu era 20% da The Wanted, mas 100% de mim mesmo.

Estou escrevendo o segundo álbum. É um momento muito emocionante para mim. “Unfinished Business” foi uma declaração da minha intenção sonora e onde eu queria ir como artista, que caminho queria percorrer como artista, acho que o “Unfinished Business” fez muito isso. Ainda recebo mensagens, pessoas descobrindo e pessoas que não eram necessariamente fãs da The Wanted.

Estou muito feliz em escrever o segundo disco. Eu vou e volto para Los Angeles, fazendo sessões de composição e tenho escrito aqui em Londres. Então, estamos apenas juntando tudo e estou realmente solidificando os sons e contando a minha história do último ano e meio. Isso é muito eu no momento. Eu sou um pouco recluso quando estou escrevendo. [Risos] Então, eu meio que me afastei o máximo possível.

Os sons que criei para o segundo álbum são uma progressão do primeiro álbum e estou tão entusiasmado com isso. Estou pensando em lançar este ano ou no começo do ano que vem. Havia muitos instrumentos [no “Unfinished Business“], então vou meio que expandir isso e também mostrar a dinâmica ao longo do álbum. Liricamente, é apenas muito honesto, que é o que eu sempre tento ser. É tão honesto quanto eu posso ser.

 

Jay McGuiness

Eu sou um ator, querido! Não, sério, eu apareci no – e, de alguma forma, venci – “Strictly Come Dancing” no Reino Unido, e, desde então, eu tenho cantado, dançado e atuado para ganhar a vida. Eu tive meu primeiro papel no teatro interpretando Josh Baskin na versão musical do filme de Tom Hanks, “BIG”, que foi muito divertido. E eu fiz algumas músicas e espetáculos de dança recentemente. Eu tenho alguns projetos em que estamos trabalhando para o ano que vem, tenho estado tranquilo e ocupado.

Eu estava em uma escola de artes performáticas quando fiz o teste para a banda, então eu sempre tive uma carreira de música e dança em minha mente. Não tive muita oportunidade de dançar na bandabem zero, na verdade. Nós éramos horríveis coletivamente, então é bom ter descoberto isso de novo.

 

Tom Parker

Eu precisei de um segundo, depois que demos a pausa, para descobrir o que era importante para mim. Viajar para longe era uma parte tão importante da banda, então eu basicamente me concentrei em fazer coisas que se adéquam mais perto de casa. Eu fiz algumas aparições na TV e fiz meu primeiro trabalho no Reino Unido no ano passado, interpretando Danny Zuko no musical “Grease”, o que foi muito divertido.

Eu realmente não tinha ideia de que faria um papel no teatro há sete anos. Não estava no meu radar, mas acho que é a graça dessa indústria. Ela apresenta oportunidades que te empurram para fora da sua zona de conforto.

 

Siva Kaneswaran

Há duas coisas que estou focando e que os fãs sabem, porque eles sabem de tudo [risos]. Meus dois amoresmúsica e atuação.

Atualmente estou trabalhando duro no estúdio. Eu tenho feito composições para outros artistas e agora morar em Los Angeles abriu a porta para criar música para o cinema. Estudar a arte de atuar me permitiu me expressar de uma maneira diferente e usar minha influência para um bem maior. Eu fui recentemente lançado em um filme intitulado “Where We Go From Here”, que aborda questões importantes sobre a violência armadaque eu tenho muito orgulho de trazer para debate. Ainda este ano, eu atuarei em um filme que é secreto por enquanto, mas eu mal posso esperar para compartilhar com todos vocês!

Eu sempre amei entreter as pessoas e estar na banda me permitiu fazer isso. Eu me senti muito sortudo por ter sido capaz de me expressar criativamente enquanto fazia os fãs se sentirem bem.

Você tem acompanhado a The Wanted em seus projetos solo? Conte nos comentários!

Fonte: Billboard



sexta-feira às 20:20 | Arquivado em: Entrevista, Jay McGuiness, Max George, Nathan Sykes, Notícia, Projetos Solo, Siva Kaneswaran, The Wanted, Tom Parker

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Com exclusividade para o BANG Showbiz, Tom Parker revelou que a lua de mel de seus sonhos junto de sua noiva, Kelsey Hardwick, é uma viagem estilo mochilão pelo mundo durante seis meses.

O cantor, que ficou noivo em março desse ano, revelou sobre a viagem dos sonhos:

“Quando eu estava viajando com a banda [The Wanted] nós pudemos ver alguns lugares realmente incríveis, mas às vezes era uma coisa meio corrida e eu não pude ver certas coisas em certos lugares. Então, eu gostaria que nós pudéssemos fazer um mochilão, seria muito legal”.

Tom também disse que adoraria se Kelsey engravidasse ainda na lua de mel e que eles poderiam chamar a futura criança com o nome do lugar onde o bebê fora concedido.

“Seis semanas seria o ideal para a Kelsey engravidar ainda durante a lua de mel. Pode ser um bebê de lua de mel. Meu Deus, imagine, [o nome da criaça] poderia ser onde o bebê foi concebido. Não foi isso que David e Victoria Beckham fizeram com Brooklyn?”, questionou.

Antes da lua de mel, entretanto, o cantor não faz questão de ter grandes planos para o casamento em si. Ele disse:

“Eu acho que o dia do casamento é para ambos, mas predominantemente a mulher sabe o que ela quer que seja seu dia de casamento ideal. Eu sinto que o homem segue o fluxo, a mulher é mais definitiva sobre o que ela quer no dia do casamento — ela tem essa imagem na cabeça de o que ela quer que seu casamento seja e eu vou apenas deixá-la fazer isso e ficar no fundo.”

De acordo com o cantor, ele espera se casar “em algum momento no próximo ano”.

Fonte: The Record



segunda-feira 29 agosto, 2016 às 22:40 | Arquivado em: Notícia, Tom Parker

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Hoje (18), Tom Parker participou do programa britânico “This Morning”. O tema era sobre a entrada na universidade, considerando que boa parte dos estudantes britânicos receberam seus resultados hoje.

Tom comentou sobre como falhou em seus testes, conseguindo um resultado considerado muito ruim. Mesmo nessa situação, ele revelou que recebeu uma proposta da Universidade de Manchester, garantindo sua entrada na universidade. Seu resultado ruim, afinal, não decidiria seu futuro.

Sobre a escola, ele disse:

“Eu odiava. Eu sabia que eu queria fazer música, mas eu estava na escola como um plano reserva. Minha mãe sempre me disse: ‘escute, eu vou te apoiar em se tornar um músico, mas você precisa de um plano reserva’. Depois, acabei escolhendo tocar violão e parecia certo.”

Os testes para entrar nas universidades da Inglaterra não são exatamente como os vestibulares daqui, mas se assemelham na necessidade de obter bons resultados para garantir sua entrada.

Tom relembrou de sua época:

“Eu recebi uma oferta condicional de Manchester baseada nos resultados do meu primeiro ano. Então não fiz nada pelo resto do ensino médio. Eu fiz três testes e falhei em todos.”

O cantor também admitiu que foi difícil para sua mãe aceitar sua falha e que ele ainda fez um ano de faculdade antes de perceber que não era para ele. Ainda assim, ele fez questão de reforçar que mesmo com um resultado ruim, é possível ter sucesso — na universidade ou fora dela.

Assista abaixo o vídeo da participação:

 

Fonte: Metro



quinta-feira 18 agosto, 2016 às 23:04 | Arquivado em: Notícia, Tom Parker

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Ontem (1) Tom Parker usou o seu Mixcloud para divulgar sua nova mixtape. Intitulada “Make Me Dance vol.1”, a mixtape conta com 40 minutos e 9 músicas diferentes.

Ouça abaixo:

 

Com um dia de lançamento, a mixtape ocupa a 30ª posição na parada de House Music do site.

Fonte: Mixcloud



sábado 2 abril, 2016 às 16:35 | Arquivado em: Áudios, Notícia, Projetos Solo, Tom Parker

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Na última semana, Tom Parker e Kelsey Hardwick anunciaram seu noivado depois de 7 anos de namoro. Para a revista heat, Tom revelou alguns detalhes do pedido e também que gostaria se reunir com a The Wanted para que a banda pudesse cantar em seu casamento. Confira a entrevista completa:

heat: Primeiramente, parabéns pelo The Jump – você ficou em terceiro. Isso é incrível.

Tom: Eu sei, mas eu fiquei chateado porque eu realmente queria ganhar. Toda vez que colocava meus esquis eu ficava tipo “Sou um esquiador profissional agora? Eu me sinto como um profissional!’. Mas então na noite da final eu meio que estraguei tudo porque tudo estava indo ao vivo e tudo que eu ficava pensando enquanto estava lá era ‘NÃO caia e fique parecendo um idiota’.”

 

É, cair na TV ao vivo seria bem vergonhoso. Apesar de, para ser honesto, você chegou inteiro em casa, o que significa que seus planos de pedido de casamento não foram arruinados… Parabéns, inclusive, pelo noivado!

“Obrigado. É, está tudo um pouco estranho no momento. Ela é minha noiva, o que é louco. Quer dizer, nós temos falado sobre nos casar por talvez dois ou três anos agora. E nós sempre soubemos que queríamos ficar juntos para sempre.

Parece bobo, mas eu apenas sabia que ela era a pessoa certa. Apenas demorou tempo demais para acontecer porque estar na The Wanted significava que eu tinha pouco tempo livre e quando a banda se separou, Kelsey e eu ficamos ambos focados em nossas carreiras individuais por um tempo. Mas foi umas semanas antes de eu entrar no ‘The Jump’ que eu estava tipo ‘Tudo bem, eu voiu fazer isso, vou pedi-la em casamento’.”

 

Então, vocês já tem algum tema de casamento para o grande dia?

“Kelsey realmente gostaria de um tema estilo jardim secreto com uma trilha de flores na cerimônia. Mas ela também gostaria de um casamento no exterior, embora eu realmente queira me casar no Reino Unido para que todas as nossas famílias possam comparecer.”

 

E quem vai ser convidado? Vamos presenciar uma reinão da The Wanted?

“Eu realmente, REALMENTE gostaria de nos reunir de volta, como um quinto. Obviamente todos eles estarão convidados para o casamento, mas eu acho que seria tão legal voltar ao palco como uma banda e cantar algumas músicas durante a noite.”

 

Vocês poderiam até mesmo fazer o Jay McGuiness coreografar. Ele poderia te ensinar alguns passos diretamente do tempo dele no Strictly…

“É, isso seria legal. Você viu o que ele tweetou outro dia sobre coreografar?

E eu já falei com o Arg [James Argent] e a banda dele vai tocar durante a noite, também. Eu saí com ele e com a Lydia [Bright, namorada de James] na semana passada e estava tipo ‘cara, você pode tocar no meu casamento?’ e ele ficou tipo ‘claro que sim’. Imagine quão bom isso vai ser. E então eu vou levantar e fazer alguma coisa no palco com ele, também.”

 

Sim, sim, SIM. Quem sabe, se funcionar para vocês dois vocês podem se tornar a melhor dupla desde Kylie Minogue e Jason Donovan.

“É, não sei, ele tem uma voz bem soul e eu não sei se isso funcionaria com minha house music, mas eu tentaria! Talvez nós colocássemos uma nova virada na house music.”

 

E quanto ao “The X Factor” – você pretende tentar a sorte para ser o novo apresentador?”

“Eu não estou dizendo que Olly Murs ou Caroline Flack fizeram um trabalho ruim, mas pessoalmente acho que ninguém pode fazer um trabalho melhor que Dermot O’Leary. Ele apenas conseguia juntar todas as coisas, mesmo quando não estavam dando certo.”

 

E o que você acha do recém-confirmado relacionamento de Cheryl Cole com Liam Payne?

“As pessoas têm dito que eles não são genuínos, mas eu acho que eles têm tudo para dar certo. E ele tem se saído muito bem por conta própria com tudo e ela ainda fica com um cara bonito, então jogo justo.”

 

Na última vez que checamos, The Wanted estava em uma rixa IMENSA com One Direction. Isso está finalmente esquecido agora?

“A coisa toda na verdade saiu de proporção muito rápido. Começou com um comentário perverso do Max (George) e então explodiu. A partir daí virou algo tipo ‘é, vamos brigar’.”

 

Loucura. Uma briga de boybands da vida real…

“Eu sei. E exceto pelo Nathan (Sykes), todos nós da The Wanted temos, tipo, cinco anos a mais que eles [One Direction], então eles não teriam chance [em uma briga]. Mas novamente, coisas estranhas aconteceram. Imagine, entretanto, se eu apanhasse de One Direction!”

Fonte: heat



sexta-feira 25 março, 2016 às 23:21 | Arquivado em: Entrevista, Kelsey Hardwick, Notícia, Tom Parker

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Na edição dessa semana da HELLO! Magazine, Tom Parker e Kelsey Hardwick revelaram com exclusividade que ficaram noivos durante a única semana. Dentre os detalhes, está o fato de que Tom planejou planejou o pedido por três meses. Sobre o noivado, o cantor, produtor e DJ disse:

“Eu me sinto o homem mais feliz no mundo.”

Kelsey, que namora com Tom desde 2009, comentou sobre o impacto do pedido:

“Ainda não caiu a ficha. Eu fico apenas olhando para o meu anel [um diamante com 1,52 quilates]. Eu não poderia ter escolhido melhor, mas para ser franca eu dei ideias a ele. Eu talvez tenha deixado umas fotos no telefone dele.”

Tom completou:

“Ela também me mandou uma mensagem no celular com o tamanho do anel dela. Então eu mandei fazê-lo na Hatton Garden [joelheira de Londres]. Sinto que tenho muito conhecimento sobre diamantes agora.”

O aguardado pedido de casamento envolveu Tom levando Kelsey para o Chewton Glen, hotel de cinco estrelas em New Forest. Além de Kelsey, Tom também garantiu que os pais dele e a mãe e o padrasto de Kelsey estivessem no local para se juntar à celebração.

“Eu comandei tudo muito firmemente ontem [quando o pedido aconteceu]. Tem sido estressante, mas definitivamente valeu a pena. Eu levei a Kelsey para beber no bar e enquanto estávamos lá nossos pais arrumaram o quarto. Quando voltamos, havia uma trilha de pétalas de rosas levando à TV, onde eu coloquei uma montagem com todas as fotos desde o dia que nos conhecemos até agora com uma música de fundo que nosso amigo fez especialmente para nós. Eu estava chorando muito nesse momento. Então no final dizia ‘Aqui vai para sso é para o nosso próximo capítulo, vire-se’ e quando ela se virou eu estava de joelhos. Eu literalmente não conseguia falar, eu estava repleto de emoções”, revelou Tom.

A reação de Kelsey? Aceitar o pedido.

“Ele é um doce. É claro que eu disse ‘sim’ na hora. Ele colocou o anel no meu dedo, nos beijamos e então bateram na porta e ele disse ‘Aqui está a próxima surpresa’ e eram nossos pais”, contou.

Embora Kelsey tenha ficado surpreendida pelo momento, o casamento já estava nos planos. Quanto ao segredo, ela afirma que não nenhum:

“Não há segredos para o nosso relacionamento. Apenas funciona.”

Tom concordou e disse:

“Eu verdadeiramente não mudaria nada sobre a Kelsey. Eu acho que a partir do momento que você começa a tentar mudar alguém, não vai funcionar. Qual é o sentido de um relacionamento se você está apenas moldando alguém em uma pessoa que você quer que ela seja? Nós aceitamos um ao outro do jeito que somos.”

Com o pedido finalmente tendo acontecido, o cantor pode respirar aliviado.

“Eu estava tão nervoso sobre pedi-la em casamento. Agora Kelsey pode planejar o casamento. Eu vou deixar ela e a família dela irem com tudo. Eu serei tipo ‘Apenas me diga o que você quer fazer e onde você quiser e partiremos daí”, explicou.

Apesar disso, Kelsey afirma não ser do tipo que tem planejado seu casamento desde criança. Ela disse:

“Eu não sou como algumas das minhas amigas que tem paineis no Pinterest sobre seus casamentos quando elas sequer têm namorados. Eu meio que gosto de um casamento na praia, mas podemos ter um longo noivado. Na verdade depende de quão cedo eu desejo ter filhos.”

Sobre o assunto, Tom concordou:

“Queremos filhos imediatamente [após o casamento], talvez até um filho de lua de mel. Eu gostaria de me casar no ano que vem, mas Kelsey tem um pouco de medo de números ímpares, então talvez não funcione.”

Como quer que seja, tudo indica que a celebração vai ser estrelada. A cantora Pixie Lott, por exemplo, é uma das melhores amigas de Kelsey e estava presente quando o casal se conheceu – e estará na lista de convidados.

“Eu estou morrendo de vontade de contar para ela, ela vai ficar tão feliz”, contou a noiva.

Quanto a Tom, seus planos incluem a família Beckham. Ele comentou:

“Eu amo David, Victoria e as crianças”.

A ligação de Tom com a família Beckham deve-se à participação da The Wanted na festa de aniversário de 10 anos de Romeo, um dos filhos do casal, que aconteceu em Los Angeles em 2012.

Ele também planeja convidar Justin Bieber, ex-companheiro de gravadora, e os outros integrantes da The Wanted.

“Eu adoraria que os meninos fossem padrinhos.”

Sobre eles, inclusive, Tom brincou dizendo que Jay McGuiness, atual campeão do Strictly Come Dancing, poderia coreografar a primeira dança do casal.

“Ele sempre foi o melhor dançarino da banda”, relembrou.

Recém-saído do reality “The Jump”, Tom também planeja convidar os outros participantes. Ele disse:

“Nós somos todos tão próximos agora. Eu amo o Brian [McFadden e ex-integrante do Westlife], Arg [James Argent] e a namorada dele Lydia [Bright] – todos eles. Eu estava com um pouco de medo de participar de reality show, mas eu estou tão feliz que participei. Eu conheci algumas pessoas incríveis e pude esquiar por sete semanas em um lugar lindo. Eu adoraria participar de mais. Eu já pensei sobre ‘I’m a Celeb…’ [reality show na selva] e não podia me imaginar participando, sentando lá e ficando mais magro – eu já sou bem magro, não quero desaparecer ao vivo na TV -, mas acho que ago9ra eu toparia participar.”

Apesar disso, “The Jump” não foi o primeiro reality show de Tom, que foi semifinalista da edição de 2015 da competição “Celebrity Masterchef”. Se suas habilidades na cozinha poderiam servir para ele fazer o próprio bolo de casamento?

“Eu não sou realmente um confeiteiro. Confeitaria é muito preciso e metódico e isso não sou eu. Eu sou um descuidado”, afirmou.

No momento, seu foco principal está em produzir música, enquanto Kelsey se dedica a controlar sua escola de artes e a trabalhar em sua loja online de roupas, a Hey Dolly. Com tantos, afazeres simultâneos, Kelsey comentou sobre o casamento:

“Vai ser difícil encaixar o p0lanejamento de casamento nas nossas agentas. Eu ainda não acredito. Eu vou ser uma noiva.”

Toda excitação também é compartilhada por Tom, que revelou:

“hoje de manhã eu acordei e disse ‘bom dia, noiva’ e foi tão incrível. Nós estamos no caminho do nosso futuro.”

O que vem após? Kelsey finalizou:

“Nos casar é apenas servirá apenas para completar a última tarefa. A história agora está completa.”

Fonte: HELLO! Magazine



segunda-feira 21 março, 2016 às 22:41 | Arquivado em: Entrevista, Kelsey Hardwick, Notícia, Tom Parker

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Hoje (20) foi anunciado que Tom Parker e Kelsey Hardwick estão noivos em notícia exclusiva para a HELLO! Magazine.

O casal namora desde 2009 e Tom contou a novidade falando como foi o momento:

“Eu sinto que sou o homem mais feliz do mundo. Havia uma trilha de pétalas de rosa até a TV onde eun criei uma montagem com todas as nossas fotos desde quando nos conhecemos até agora. Eu estava chorando muito nesse momento. Então no final eu disse ‘Isso é para o nosso próximo capítulo, vire-se’ e quando ela se virou eu estava de joelhos. Eu literalmente não conseguia falar, eu estava repleto de emoções.”

Ao fundo, tocou uma música especialmente escrita por eles por um amigo durante o pedido. Embora o casal ainda não tenha definido uma data, o casal planeja convidar da família Beckham e Justin Bieber, ex-companheiro de gravadora.

“Eu amo o David, a Victoria e as crianças”, disse Tom.

The Wanted e os Beckham formaram uma conexão depois de a banda se apresentar na festa de aniversário de Romeo Beckham em Los Angeles, em 2012.

Sobre a banda, inclusive, Tom disse:

“Eu amaria que os meninos fossem padrinhos.”

Tom finalizou brincando sobre a possibilidade de Jay McGuiness corografar a primeira dança do casal no casamento:

“Ele sempre foi o melhor dançarino da banda”, completou.

Fonte: Mirror



domingo 20 março, 2016 às 22:48 | Arquivado em: Kelsey Hardwick, Notícia, Tom Parker